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quinta-feira, julho 30, 2026

suportes e resistências para operar

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Os contratos de mini-índice (WINQ26), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão (29/07) em forte queda de 1,98%, aos 174.000 pontos, retomando o fluxo negativo. O Ibovespa recuou 1,52%, aos 173.885,34 pontos, acompanhando o ambiente negativo em Wall Street após o Federal Reserve manter os juros inalterados e não sinalizar os próximos passos da política monetária. A alta do petróleo, provocada pela escalada das tensões no Oriente Médio, aumentou a cautela nos mercados, enquanto os juros futuros recuaram no Brasil.

Para os traders de mini-índice, o desempenho dos setores de maior peso será determinante. As altas de Petrobras (PETR3; PETR4) e PRIO (PRIO3) não compensaram as quedas dos bancos, lideradas pelo Santander (SANB11), nem o recuo da Vale (VALE3). Nesta quinta-feira, os dados de inflação PCE e do PIB dos Estados Unidos podem elevar a volatilidade, enquanto os balanços de Vale e Ambev permanecem no radar.

Análise do gráfico de 15 minutos

Pelo gráfico de 15 minutos, observo que o mini-índice encerrou a última sessão com forte movimento negativo, em um pregão dominado pelo fluxo vendedor. O contrato também fechou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, configuração que mantém a pressão de baixa e pode favorecer a continuidade da correção.

Para prolongar o movimento vendedor, considero necessária a perda do suporte em 173.920/173.500 pontos. O rompimento dessa faixa poderá intensificar a queda e levar o mini-índice em direção a 173.070/172.830 pontos. Em uma extensão do movimento, o alvo mais longo estará em 172.430/172.000 pontos.

Por outro lado, uma recuperação dependerá da entrada de força compradora suficiente para superar a resistência em 174.700/175.100 pontos. Acima dessa região, o contrato poderá buscar 175.780/176.480 pontos, com objetivo mais longo em 176.780/177.255 pontos.

No gráfico diário, o mini-índice formou uma forte barra vendedora e encerrou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos. O movimento reforça a cautela para esta quinta-feira, quando será importante acompanhar se a pressão vendedora terá continuidade ou se o contrato encontrará força para iniciar uma recuperação.

Para retomar o fluxo de alta, o ativo precisará superar a região formada pelas médias e pelas resistências em 176.025/179.625/180.670 pontos. Confirmado esse movimento, o objetivo inicial estará em 183.925/186.520 pontos.

No sentido contrário, a continuidade da baixa dependerá da perda do suporte em 173.500/172.000 pontos. Caso essa faixa seja rompida, o mini-índice poderá buscar 170.210/169.090 pontos. O IFR de 14 períodos está em 45,00 pontos, permanecendo em região neutra.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

WINQ26: Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, observo que o mini-índice também encerrou a última sessão em queda e abaixo das médias móveis de 9, 21 e 200 períodos. Esse posicionamento mantém o cenário técnico pressionado e torna os suportes e as resistências mais próximos determinantes para a definição do próximo movimento.

Para retomar o fluxo comprador, será necessária a entrada de volume suficiente para superar a resistência em 176.160/176.480 pontos. Acima dessa faixa, o contrato poderá avançar em direção a 178.565/179.625 pontos e, posteriormente, buscar 180.670/181.515 pontos.

Já para dar continuidade ao fluxo vendedor, será necessário romper o suporte em 173.500/172.430 pontos. A perda dessa região poderá levar o mini-índice até 172.000/171.400 pontos. Em uma extensão da queda, os alvos mais longos estarão em 170.210/169.565 pontos.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T)

Guias de análise técnica:



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