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sábado, julho 11, 2026

Inmetro sela parceria de pesquisa em tecnologia blockchain para carros com aporte de R$ 2 milhões

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O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) assinou um novo acordo no setor automotivo brasileiro para avançar com uma pesquisa em blockchain, conforme apurado pela reportagem do Livecoins.

A aliança firmada garante um repasse próximo de R$ 1,99 milhão para o grupo de pesquisa.

O projeto de tecnologia blockchain busca criar um agente digital para carros e a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa (Fundep) assume a coordenação da equipe multidisciplinar técnica. Tal entidade viabiliza a verba da união para viabilizar inovações nos meios de locomoção nacional.

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Parceria de pesquisa em tecnologia blockchain envolve grandes corporações

Diversas marcas do ecossistema de transporte participam da criação do Agente Inteligente de Diagnóstico Automotivo (Aida). A montadora Stellantis Automóveis Brasil (que trabalha com marcas como Fiat, Jeep, Peugeot, Citroën, Ram e Abarth) divide a estrutura com a Embeddo Computação Aplicada e a Infratrack Serviços e Conectividade.

O consórcio une a academia com o chão de fábrica para gerar um registro de dados inviolável. A Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Computação Científica (FACC) completa o time de instituições nesta empreitada.

O prazo estipulado de vigência do trabalho tem a duração de vinte e quatro meses contados da assinatura. Pesquisadores planejam construir soluções reais para ampliar a eficiência dos processos na indústria de carros.

A diretoria da entidade Fundep aprovou dez propostas distintas para receber o fomento financeiro oficial. O projeto original do Inmetro figura na quarta área de serviços dedicada ao cuidado de frotas.

Programa público distribui milhões para modernizar frotas no país

A chamada da instituição disponibilizou R$ 19,5 milhões para variados projetos de ciência em todo o país. Vinte empresas atuam junto com oito centros de tecnologia na execução dos planos aprovados.

Cada proposta selecionada recebe parcelas entre R$ 1 milhão e R$ 2 milhões para bancar os testes em laboratório. O dinheiro extra das companhias parceiras soma a quantia de R$ 10,1 milhões em contrapartidas de infraestrutura e pessoal.

A ideia central busca aumentar a competitividade nacional a partir do uso de dados estruturados. Profissionais participantes ganham capacitação técnica para operar agentes de inteligência nas montadoras de automóveis.

Sistemas em nuvem interagem com a tecnologia blockchain para criar um registro exato do diagnóstico de peças. Este modelo garante previsibilidade para os donos das frotas e eleva a agilidade nos laudos de revisão de rotina.





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