O Bank of New York Mellon Corporation (NYSE: BNY) anunciou expansão de sua aliança com o Circle Internet Group (NYSE: CRCL) na segunda-feira (29). Desta forma, a parceria integra serviços inéditos de custódia de criptomoedas para os grandes clientes institucionais do banco.
A plataforma de Custódia de Ativos Digitais da empresa passa a suportar a stablecoin USDC como seu primeiro criptoativo oficial.
Além disso, a nova configuração permite armazenar os fundos cripto e autoriza a transferência desses recursos entre contas.
O lançamento amplia o papel da corporação financeira como uma gestora das reservas da stablecoin no mercado global.
Os investidores recebem autorização para converter dólares americanos no criptoativo e realizar o caminho inverso.
Expansão do suporte para stablecoins no “bancão” BNY
Essas novidades dão suporte ao ciclo de vida da atividade corporativa com os criptoativos em foco no mercado institucional.
Por consequência, a união dos recursos cria uma ligação direta entre o universo fiduciário e as criptomoedas em uma única interface financeira.
O banco planeja expandir o suporte para outros emissores e fluxos de dinheiro nos próximos anos. A adoção de novas opções depende do amadurecimento das leis e da demanda corporativa estruturada.
A executiva Carolyn Weinberg relatou a necessidade de adaptar a infraestrutura financeira aos sistemas convencionais e redes de tecnologia blockchain.
Por conta disso, a Diretora de Produtos e Inovação da empresa justificou a busca por maneiras de transferir valor com resiliência estrutural.
Weinberg destacou a exigência por confiança operacional das instituições na hora de adotar os novos ativos. A plataforma foca em ajudar os usuários a navegar na convergência das modalidades com acesso aos controles de governança exigidos pelos reguladores.
Kash Razzaghi pontuou a constante liderança do banco ao longo dos anos nas inovações do sistema financeiro tradicional.
Em paralelo, o Diretor Comercial da Circle creditou a aceitação do ativo ao intenso rigor das regras aplicadas no ecossistema de liquidação.
A corporação bancária atua em conjunto com parceiros do mundo todo para acelerar o crescimento de grandes companhias e atende a grande maioria dos maiores bancos globais com US$ 59,3 trilhões em ativos sob custódia corporativa.





