Logo do Google em centro de IA em Berlim, na Alemanha 5 de março de 2026 (REUTERS/Annegret Hilse)
O Google oficializou na quarta-feira (12) a sua mais nova geração de smartphones Pixel 11 a um preço US$ 100 mais caro, citando uma escassez “sem precedentes” de chips de memória.
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Os novos aparelhos têm preços a partir de US$ 899 nos Estados Unidos e começam a ser vendidos a partir do dia 20 de agosto.
O Google já havia alertado no final do mês passado que uma alta sem precedentes nos custos de memória pressionaria os preços de seus mais recentes dispositivos.
A forte demanda dos data centers de inteligência artificial (IA) compete pela capacidade de produção de semicondutores, elevando os custos para os fabricantes de smartphones.
A nova linha é construída em torno do processador Tensor G6 do Google e do mais recente modelo Gemini Nano, com o Google afirmando que o chip consegue processar tarefas de IA no próprio dispositivo até 3,5 vezes mais rápido, consumindo até 3,5 vezes menos energia.
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O chip também melhora a navegação na web em 25% e a abertura de aplicativos em 15%, segundo a empresa.
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