Irã e EUA apresentam reivindicações conflitantes sobre controle do Estreito de Ormuz
CSN tem prejuízo líquido de R$ 773 milhões no 2T, 495% maior que o de um ano atrás
No período atual, o Ebitda ajustado fechou em R$ 2,77 bilhões, alta de 4,9% na comparação anual.
Lucro da CSN Mineração sobe para R$ 219,4 mi no 2° tri
O resultado operacional medido pelo lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado recuou cerca de 20% ano a ano.
Barris de petróleo caem 2%
Os preços do petróleo operam em baixa, à medida que os investidores avaliam a queda na demanda em meio às tensões no Oriente Médio. A Agência Internacional de Energia afirmou que a demanda global por petróleo deverá cair ainda mais este ano do que o previsto anteriormente. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com a redução das perdas das siderúrgicas e a firmeza dos custos de frete contrabalançando a queda nas exportações de aço da China.
- Petróleo WTI, -2,09%, a US$ 81,53 o barril
- Petróleo Brent, -1,96%, a US$ 87,24 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,21%, a 705,00 iuanes (US$ 104,54)
Bolsas da Ásia encerram dia de forma mista
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, com o Kospi, da Coreia do Sul, subindo 3,6%. O índice Nikkei 225, do Japão, avançou 1,16%. O índice de referência australiano S&P/ASX 200 caiu 0,23%. As ações chinesas encerraram em baixa nesta quinta-feira, já que os avanços iniciais nas ações do setor de óptica co-embalada (CPO) perderam força e não conseguiram compensar as perdas nas ações do setor de metais. “Os investidores estão preocupados com a possibilidade de que as tendências de consumo fraco possam limitar a expansão da carga publicitária e o crescimento da receita, enquanto os investimentos em IA podem levar mais tempo para gerar retornos proporcionais”, afirmaram analistas do UBS em uma nota aos clientes.
- Shanghai SE (China), -0,50%
- Nikkei (Japão): +1,16%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,17%
- Nifty 50 (Índia): -0,20%
- ASX 200 (Austrália): -0,23%
Bolsas da Europa operam na maioria com ganhos
Os mercados europeus operam majoritariamente em alta, com investidores repercutindo dados da região. O PIB do Reino Unido real cresceu 0,4% no segundo trimestre, abaixo dos 0,6% registrados no trimestre anterior, mas em linha com as expectativas, informou o Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido nesta quinta-feira. O PIB mensal registrou alta de 0,3%, após não ter apresentado crescimento em maio.
- STOXX 600: +0,24%
- DAX (Alemanha): +0,55%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,23%
- CAC 40 (França): +0,18%
- FTSE MIB (Itália): +0,48%
EUA: índices futuros avançam com quedas dos barris de petróleo
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (13), após o índice de preços ao consumidor (CPI) de julho reforçar as expectativas de que o Federal Reserve (Fed) não aumentará as taxas de juros no próximo mês. Agora, o mercado aguarda o índice de preços ao produtor (PPI) de julho, divulgado nesta quinta, para avaliar se as pressões inflacionárias seguem arrefecendo e calibrar as apostas para a próxima decisão do Fed. O indicador está previsto para sair às 9h30 (horário de Brasília). Ao mesmo tempo, o impasse em torno do Estreito de Ormuz mantém os riscos para a inflação e a volatilidade do petróleo no radar dos investidores, adicionando uma fonte de incerteza para a trajetória dos juros americanos.
- Dow Jones Futuro: +0,22%
- S&P 500 Futuro: +0,19%
- Nasdaq Futuro: +0,11%
Abertura de mercados
As atenções dos investidores no exterior se voltam de novo ao conflito no Oriente Médio nesta quinta-feira após dados de inflação nos Estados Unidos em linha com o esperado, em meio à queda nos preços do petróleo, enquanto na cena nacional o presidente do Banco Central e balanços corporativos ficam no radar. A atenção agora se volta aos dados de preços ao produtor nos EUA, às 9h30, para confirmar se as pressões inflacionárias estão diminuindo. Operadores reduziram suas apostas em uma alta dos juros nos EUA em setembro, passando a precificar 65% de probabilidade de manutenção pelo Fed no próximo mês, ante 50% na quarta-feira, antes da divulgação de dados econômicos e dos números mais recentes de inflação. Os preços do petróleo recuavam nesta sessão, conforme sinais de demanda menor compensavam o impasse nas negociações de paz envolvendo o Irã. Na agenda nacional, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, particia às 14h30 da abertura do evento “30 anos de atuação do FGC”, promovido pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), em São Paulo. Já o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de reunião para apesentação de dados sobre o emprego formal no Brasil, às 15h, no Ministério do Trabalho. Entre as empresas, divulgam seus resultados após o fechamento do mercado MBRF, Braskem, Cemig, CPFL, Cyrela, Yduqs e Raízen. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista
Investidores em Wall Street ficaram aliviados com o relatório de inflação ao consumidor (CPI) de julho, que veio totalmente dentro do esperado, diminuindo a pressão sobre o Federal Reserve na questão dos juros. “A inflação em linha com as expectativas manterá intacta a narrativa de que ‘não há necessidade de aumentar as taxas de juros’, que ganhou força após o relatório de empregos da semana passada”, disse à CNBC Ellen Zentner, estrategista-chefe de economia da Morgan Stanley Wealth Management. “Haverá outra rodada de dados de inflação antes da reunião do FOMC em setembro, então o cenário ainda pode mudar. Mas, a menos que esses números tenham uma história muito diferente, o Fed provavelmente ainda estará em posição de manter as taxas inalteradas no próximo mês”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,04 | 53.767,87 |
| S&P 500 | +0,26 | 7.748,53 |
| Nasdaq | +0,54 | 26.588,49 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com altas ao longo da curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,755 | 0,000 |
| DI1F28 | 13,935 | 0,040 |
| DI1F29 | 14,250 | 0,070 |
| DI1F31 | 14,480 | 0,070 |
| DI1F32 | 14,560 | 0,070 |
| DI1F33 | 14,585 | 0,070 |
| DI1F34 | 14,580 | 0,075 |
| DI1F35 | 14,590 | 0,070 |
Dólar comercial terminou com alta de 0,36%
O dólar comercial emendou a terceira alta seguida frente ao real. O movimento foi na mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países emergentes, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,18%, aos 100,01 pontos.
- Venda: R$ 5,179
- Compra: R$ 5,179
- Mínima: R$ 5,137
- Máxima: R$ 5,181
Maiores baixas, maiores altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRKM5 | -7,80 | 5,20 |
| DIRR3 | -4,72 | 10,49 |
| TOTS3 | -4,15 | 29,32 |
| CEAB3 | -3,34 | 8,38 |
| AZZA3 | -2,70 | 15,88 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| EMBJ3 | 4,00 | 96,18 |
| CMIN3 | 3,95 | 5,79 |
| GGBR4 | 2,98 | 24,88 |
| GOAU4 | 2,81 | 10,98 |
| SUZB3 | 2,65 | 41,45 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 61.880 | -0,50 |
| ITUB4 | 56.658 | -1,46 |
| BPAC11 | 53.043 | -1,06 |
| RENT3 | 42.392 | -1,76 |
| AXIA3 | 41.677 | 1,21 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,23%, aos 167.491,07 pontos
- Máxima: 168.309,55
- Mínima: 167.141,82
- Diferença para a abertura: -383,57 pontos
- Volume: R$ 31,60 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (10): -0,19%
- Terça-feira (11): -2,50%
- Quarta-feira (12): -0,23%
- Semana: -2,91%
- Agosto: -5,90%
- 3T26: -2,64%
- 2026: +3,95%
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