Ibovespa hoje
- Lula realiza reunião ministerial após proposta de tarifas dos EUA.
- EUA propõem tarifar 60 países por falha em combater trabalho forçado; Brasil na lista.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
China rejeita acusação dos EUA e critica nova ameaça tarifária de Trump
Rússia acusa Ucrânia de matar 8 civis em ataque de drone a ônibus de passageiros
A Rússia acusou nesta quarta-feira a Ucrânia de matar oito civis e ferir outros 11 em um ataque de drone contra um ônibus de passageiros que viajava em uma parte da região de Donetsk, no leste da Ucrânia, controlada pela Rússia. Denis Pushilin, chefe da região instalado pela Rússia, disse que o drone ucraniano atingiu o ônibus quando ele parou para pegar passageiros no assentamento de Yenakiievo em Donetsk, ao longo de sua rota de Moscou para Simferopol, na Crimeia controlada pela Rússia. As forças de Kiev, afirmou ele em um comunicado, “cometeram mais um ato de agressão desumana e sem precedentes”. Não houve comentário imediato da Ucrânia que, assim como a Rússia, nega ter deliberadamente como alvo os civis. Cinquenta e três pessoas foram registradas para viajar no ônibus. Os investigadores russos disseram que abriram um processo criminal sobre o que descreveram como um “ataque terrorista” e que estavam trabalhando para determinar os nomes dos responsáveis. O vídeo divulgado pelos investigadores mostrou os destroços do ônibus branco de passageiros estacionado na estrada. Partes de seu teto de metal cederam, o interior estava completamente queimado e todas as janelas estavam quebradas.
Trump diz que Irã concordou em não ter uma arma nuclear
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira que o Irã concordou em não ter uma arma nuclear e que o aiatolá do país está envolvido em negociações com os EUA. “Eles já concordaram que não terão uma arma nuclear”, disse Trump em entrevista em um podcast nesta quarta-feira, ao falar sobre o Irã. (Reuters)
Trump diz que união de Vance e Rubio para eleição de 2028 seria imbatível
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse em uma entrevista a podcast transmitida na quarta-feira que a união do vice-presidente JD Vance e do secretário de Estado Marco Rubio para uma candidatura presidencial em 2028 seria imbatível. Os dois são vistos como candidatos à indicação republicana de 2028, e a recente atuação de Rubio no pódio da Casa Branca atraiu elogios dos republicanos e até mesmo de alguns democratas que notaram seu desempenho tranquilo, que incluiu gracejos e uma referência ao hip-hop dos anos 1990 para descrever a posição de negociação do Irã. “Eu acho que JD e Marco, como equipe, seriam muito difíceis de superar”, disse Trump a Miranda Devine em um podcast transmitido na quarta-feira. “É interessante, uma coisa humana, a equação humana. Então, eu os vejo juntos, eles se dão muito bem”, acrescentou. Trump tem alimentado a conversa sobre a sucessão, mesmo com Vance e Rubio minimizando suas ambições para 2028. Vance e Rubio têm se revezado para subir ao palco nos briefings da Casa Branca para defender o governo Trump em uma ampla gama de questões, incluindo a cada vez mais impopular guerra do Irã. (Reuters)
Trump diz que ficou “incomodado” com Netanyahu por combate no Líbano
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu ter tido uma dura discussão com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, dizendo em uma entrevista transmitida na quarta-feira que ele não estava satisfeito com a luta de Israel no Líbano. “Eu fiquei”, disse Trump em uma entrevista no podcast “Pod Force One”. “Não diria que fiquei com raiva. Fiquei um pouco incomodado com as constantes brigas dele com o Líbano, sabe?” Trump continuou dizendo que ele e Netanyahu se dão muito bem.
Com guerra, países produtores de petróleo apostam bilhões em energia renovável
Emirados Árabes Unidos e outros governos ampliam investimentos em projetos renováveis no exterior para reforçar segurança energética.
OCDE diz que guerra prolongada pode prejudicar crescimento global e aumentar inflação
As perspectivas econômicas globais dependem da duração da guerra no Oriente Médio, com recessão em alguns países e inflação acentuadamente mais alta sendo uma possibilidade real se ela se arrastar até o próximo ano, alertou a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico nesta quarta-feira. Se o conflito for de curta duração, a produção de petróleo e gás do Golfo Pérsico poderá retornar gradualmente aos níveis pré-crise a partir do terceiro trimestre, com a escassez confinada à Ásia e amortecida por reservas estratégicas e remessas de outros produtores. Nesse cenário base, o crescimento global deve desacelerar de 3,4% em 2025 para 2,8% em 2026, antes de aumentar para 3,1% em 2027, em linha com as previsões de março da OCDE. “Quanto mais tempo durar a interrupção, maior será o custo econômico, mas também o custo social dessa crise, e isso certamente tornará as mudanças nas políticas muito mais difíceis”, disse o economista-chefe da OCDE, Stefano Scarpetta, em uma coletiva de imprensa.
Saída para crescimento sustentável é integrar País às cadeias de IA, diz Galípolo
Presidente do Banco Central comentou sobre as pressões de demanda na inflação de serviços, e disse que a busca por sustentabilidade para o crescimento “é o grande desafio”.
Setor privado da zona do euro contrai em maio com alta da inflação por guerra, mostra PMI
A atividade do setor privado da zona do euro encolheu pela taxa mais rápida em 18 meses em maio com a diminuição da demanda por bens e serviços arrastando a produção para baixo pelo segundo mês consecutivo, enquanto as pressões de custo atingiram seu nível mais alto em mais de três anos, mostrou uma pesquisa nesta quarta-feira. O Índice de Gerentes de Compras (PMI) Composto da S&P Global para a zona do euro caiu para 48,5 em maio, de 48,8 em abril, leitura mais baixa desde novembro de 2024, mas acima da preliminar de 47,5. O PMI do setor de serviços subiu marginalmente para 47,7, de 47,6, superando a preliminar de 46,4. Uma leitura abaixo de 50,0 indica contração. “Com a atividade empresarial na zona do euro em queda pelo segundo mês consecutivo em maio, parece cada vez mais provável que a economia entre em contração no segundo trimestre. Os dados do PMI estão indicando um declínio trimestral de 0,2% no PIB, salvo qualquer mudança significativa em junho”, disse Chris Williamson, economista-chefe de negócios da S&P Global Market Intelligence.
Barris de petróleo sobem 2% e minério de ferro recua
Os preços do petróleo operam em alta, enquanto os investidores avaliam a incerteza em relação às negociações entre os EUA e o Irã, após os dois países lançarem novos ataques na terça-feira, mesmo com Trump afirmando que as negociações com Teerã estavam em andamento. As cotações do minério de ferro na China fecharam no vermelho, pressionados pela redução das margens de lucro do aço e pela demanda sazonalmente mais fraca na China, principal consumidora.
- Petróleo WTI, +2,51%, a US$ 96,11 o barril
- Petróleo Brent, +2,34%, a US$ 98,25 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -0,57%, a 780,00 iuanes (US$ 115,34)
Mercados da Ásia avançam na maioria; bolsa do Japão atinge máxima
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta na maioria, com o índice Nikkei 225, do Japão, atingindo um recorde histórico, à medida que os investidores pareciam ignorar a incerteza em relação às negociações entre EUA e Irã para pôr fim ao conflito no Oriente Médio. Enquanto isso, a atividade do setor de serviços da China cresceu no ritmo mais rápido em três meses em maio, impulsionada por um crescimento mais forte em novos negócios e uma recuperação na demanda externa, segundo pesquisa do setor privado divulgada nesta quarta-feira. Analistas do Goldman Sachs afirmaram em nota nesta quarta-feira que mantêm a recomendação de “sobreponderar” as ações A da China devido à melhora nas perspectivas de crescimento e à exposição a empresas de hardware de Inteligência Artificial.
- Shanghai SE (China), +0,22%
- Nikkei (Japão): +2,50%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -1,56%
- Nifty 50 (Índia): -0,48%
- ASX 200 (Austrália): +0,70%
Bolsas da Europa recuam juntas
Os mercados europeus operam em baixa, à medida que investidores digerem as propostas dos EUA para novas tarifas sobre 60 parceiros comerciais devido à suposta falha desses países em proibir a importação de produtos fabricados com trabalho forçado. Entre as economias que podem ser afetadas pelas medidas estão a China, a União Europeia e o Japão.
- STOXX 600: -0,42%
- DAX (Alemanha): -1,08%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,49%
- CAC 40 (França): -0,47%
- FTSE MIB (Itália): -0,49%
EUA: índices futuros operam de forma em meio a tensões com Irã
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta quarta-feira (3), à medida que as crescentes tensões no cessar-fogo entre os EUA e o Irã impulsionaram o preço do petróleo pelo terceiro dia consecutivo. As Forças Armadas dos EUA afirmaram na terça-feira que derrotaram vários mísseis balísticos e drones iranianos e lançaram ataques defensivos após “tentativas de ataques” do Irã, sinalizando uma escalada nas tensões do Oriente Médio. O movimento ocorreu depois do presidente dos EUA, Donald Trump, e o secretário de Estado Marco Rubio afirmarem que Washington ainda estava em negociações com o Irã sobre um possível acordo para interromper o conflito, refutando as notícias veiculadas pela mídia iraniana que sugeriam que as comunicações haviam sido interrompidas.
- Dow Jones Futuro: -0,41%
- S&P 500 Futuro: -0,15%
- Nasdaq Futuro: +0,13%
Abertura de mercados
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva realiza nesta quarta-feira reunião ministerial, na esteira da divulgação de que o Escritório de Comércio dos Estados Unidos (USTR) propôs uma tarifa de 25% sobre várias exportações do Brasil. A reunião está marcada para as 10h no Palácio do Planalto. Na véspera, Lula lançou uma ofensiva para colar na família Bolsonaro a culpa pela deterioração das relações do Brasil com os Estados Unidos. Ao fazer o anúncio da decisão, o representante de Comércio dos EUA, Jamieson Greer, alegou que algumas políticas brasileiras relacionadas a comércio eletrônico, pagamentos digitais, tarifas preferenciais, desmatamento e mercado de etanol, entre outras questões, restringem o comércio norte-americano e, por isso, o país pode ser alvo de medidas. Na terça-feira, o governo do presidente dos EUA, Donald Trump, ainda propôs a imposição de tarifas adicionais de 10% ou 12,5% sobre as importações de 60 economias, incluindo o Brasil, após determinar que suas falhas em coibir o comércio de produtos fabricados com trabalho forçado são injustificadas e restringem o comércio dos EUA. No exterior, os preços do petróleo subiam pelo terceiro pregão consecutivo e as ações recuavam, à medida que novas hostilidades eclodiram no Golfo Pérsico após o fracasso das negociações de paz entre Estados Unidos e Irã. Um ataque de mísseis iranianos danificou o aeroporto do Kuweit nesta quarta-feira, e as forças militares dos EUA atingiram alvos próximos ao Estreito de Ormuz, enquanto o frágil cessar-fogo entre os dois lados foi novamente testado. (Reuters)
EUA propõem tarifar 60 países por falha em combater trabalho forçado; Brasil na lista
A decisão do Escritório de Comércio dos EUA (USTR na sigla em inglês) é a mais recente conclusão de uma investigação de práticas comerciais desleais da Seção 301.
Principais índices em Nova York fecharam sessão de ontem com ganhos curtos
Investidores em Wall Street continuam sustentando o mercado no alto a partir das ações de tecnologia, em especial de semicondutores e chips para IA, a despeito do pouco avanço visto nas negociações entre Irã e EUA. “O mercado está se mantendo firme”, disse à CNBC David Krakauer, vice-presidente de gestão de portfólio da Mercer Advisors. “Obviamente, todos ainda esperam por algum tipo de acordo com o Irã, mas tudo parece bastante estável”. Os principais índices atingiram recordes históricos na véspera, com a Nvidia liderando os ganhos no setor de tecnologia. O entusiasmo em torno da inteligência artificial resultou em um desempenho excepcional nos mercados de ações nas últimas semanas. Com a recente alta impulsionada por um seleto grupo de ações de tecnologia, Krakauer expressou preocupação com a possibilidade de os investidores estarem “excessivamente concentrados”. “Quando você vê esse tipo de concentração, é preciso ter cautela”, acrescentou.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,49 | 51.328,16 |
| S&P 500 | 0,13 | 7.609,99 |
| Nasdaq | 0,03 | 27.093,90 |
DIs: juros futuros terminaram ontem de forma mista
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,160 | -0,045 |
| DI1F28 | 14,035 | -0,065 |
| DI1F29 | 14,015 | -0,045 |
| DI1F31 | 14,035 | -0,005 |
| DI1F32 | 14,070 | -0,005 |
| DI1F33 | 14,100 | 0,005 |
| DI1F34 | 14,110 | 0,010 |
| DI1F35 | 14,100 | 0,010 |
Dólar comercial fechou ontem com queda de 0,27%
O dólar comercial emendou segunda queda seguida diante do real. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,01%, aos 99,21 pontos.
- Venda: R$ 5,009
- Compra: R$ 5,008
- Mínima: R$ 5,000
- Máxima: R$ 5,023
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| POMO4 | -2,78 | 5,95 |
| MGLU3 | -2,41 | 5,68 |
| WEGE3 | -2,33 | 42,00 |
| BRKM5 | -2,15 | 10,01 |
| PRIO3 | -1,34 | 61,98 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSNA3 | 8,85 | 7,13 |
| USIM5 | 8,57 | 12,04 |
| GGBR4 | 6,53 | 24,65 |
| GOAU4 | 5,81 | 10,57 |
| CMIN3 | 5,29 | 4,78 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 50.953 | 4,04 |
| ITUB4 | 44.847 | 0,51 |
| SBSP3 | 37.113 | 1,50 |
| GGBR4 | 34.778 | 6,53 |
| PETR4 | 33.308 | -0,49 |
Ibovespa termina com alta de 1,16%, aos 174.197,64 pontos
- Máxima: 174.894,05
- Mínima: 172.198,54
- Diferença para a abertura: +2.000,18 pontos
- Volume: R$ 22,60 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (1º): -0,91%
- Terça-feira (2): +1,16%
- Semana: +0,24%
- Junho: +0,24%
- 2T26: -7,08%
- 2026: +8,11%
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