“Sem o compromisso e o envolvimento” de Donald Trump, “teria sido impossível organizar uma Copa do Mundo nos Estados Unidos”, afirmou nesta quarta-feira Gianni Infantino na Cidade do México, na véspera do início do torneio, que também é organizado por México e Canadá.
O presidente americano “entendeu imediatamente a dimensão da Copa do Mundo e seu impacto”, insistiu o principal dirigente da Fifa, que lembrou manter “excelentes relações” com Trump, durante uma entrevista coletiva realizada no Estádio Azteca.
“Eu o conheci durante seu primeiro mandato e agora trabalhamos em estreita colaboração”, insistiu o dirigente ítalo-suíço, que em dezembro de 2025 concedeu a Trump um Prêmio Fifa da Paz, criado para a ocasião.
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“Estamos falando aqui da maior potência mundial, então, é claro, há certas coisas que precisam ser levadas em consideração… Mas poder dialogar com um presidente sobre temas importantes, com a administração, colocar tudo sobre a mesa, sem pedir nada, mas tentando explicar, acredito que essa seja provavelmente a chave para uma relação positiva. É assim que eu vejo”, acrescentou.
Infantino, que em várias ocasiões demonstrou proximidade com Trump, especialmente durante sua posse em janeiro de 2025 e em visitas à Casa Branca, elogiou com frequência a política interna do dirigente americano.
Trump, por sua vez, manifestou a intenção de assistir a algumas partidas da Copa do Mundo, mas sem especificar quais, e não estará presente no primeiro jogo disputado em solo americano, na sexta-feira, em Los Angeles.
Ao lado de Infantino no camarote de honra estará o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, que acompanhará a estreia dos Estados Unidos contra o Paraguai.
Por AFP




