A Intelbras vem passando de fabricante de equipamentos, de hardware, para uma empresa de tecnologia e soluções integradas. Em entrevista à CDTV, durante o Febraban Tech, Juliana Moser, executiva de marketing da Intelbras, explicou as mudanças que a fornecedora está passando e falou sobre o futuro da companhia de capital nacional e atuação para além do Brasil.
“A MARCA brasileira de 50 anos resolveu de fato se reposicionar, passando de uma indústria bastante relevante para todo o País para uma empresa de soluções de tecnologia, que entrega uma gama enorme de inovação e desbrava globalmente para atuar localmente”, disse,
Falando para o serviço financeiro, a executiva apontou que sentiu necessidade em mudar a comunicação para o segmento corporativo (B2B), um público que procura inovação e quer tecnologias embarcadas nos nossos hardware para contar com facilidades no dia a dia.
“Essa transição aconteceu partindo sempre de uma escuta. A Intelbras sempre foi uma empresa muito próxima do consumidor final; a gente sempre ouviu muito o mercado, fez muita pesquisa e organizou um portfólio interno de produtos que são soluções de softwares também”, detalhou.
Com capilaridade nacional, a Intelbras conta com o suporte de parceiros para fazer a distribuição dos produtos. “A gente tem uma universidade que nos ajuda com os treinamentos para essa capilaridade e para ampliar, como se fosse um ganha ganha, porque a gente prospera juntos. Isso nos faz fortalecer cada vez mais a capilaridade”, enfatizou.
Analisando os próximos desafios, a executiva destacou a integração da inteligência artificial no uso de câmera, por exemplo, para reconhecimento facial. “A gente está olhando para 2030 e a MARCA tem como pretensão se tornar uma das top 10 marcas em tecnologia do Brasil”, frisou. Para isso, aposta em uma série de iniciativas calcadas em pesquisa e desenvolvimento para inovação.




