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sexta-feira, agosto 28, 2026

EXCLUSIVO: Acordo TRX e Cyrela de R$ 2,1 bilhões pode ter subido no telhado

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A gestora TRX pode estar perdendo um negócio bilionário com a Cyrela, avaliado em R$ 2,1 bilhões, após desistir da compra de uma participação no Pátio Malzoni.

As partes assinaram um memorando de entendimento em agosto para a venda de um portfólio de ativos imobiliários, incluindo lajes comerciais e galpões logísticos. No entanto, estão revisando os termos do acordo, e fontes indicam que o negócio pode não se sustentar.

Um comunicado do fundo TRXF11 sobre sua 13ª emissão de cotas não menciona a Cyrela, levantando dúvidas sobre a continuidade do acordo. As cotas do TRXF11 caíram mais de 20%, e a TRX anunciou aquisições de R$ 4,6 bilhões em agosto. A Cyrela não respondeu aos questionamentos, enquanto a TRX afirmou que informações sobre ativos serão comunicadas ao mercado via CVM.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

Após desistir da compra de uma participação do Pátio Malzoni, edifício ícone da Faria Lima onde está a sede do BTG Pactual e do Google, a gestora TRX pode estar perdendo outro negócio bilionário: o deal de R$ 2,1 bilhões com a Cyrela.

As duas partes assinaram, no começo de agosto, um memorando de entendimento não vinculante para uma possível venda de um portfólio de ativos imobiliários avaliado em cerca de R$ 2,14 bilhões, em um negócio que envolvia dinheiro e cotas do fundo TRXF11.

A operação envolvia lajes comerciais do Edifício Cyrela Oscar Freire Corporate, em São Paulo, além de participações em estruturas com quatro galpões logísticos. Segundo apurou o NeoFeed, as duas partes estão revendo alguns parâmetros do acordo e, segundo uma fonte, “o deal talvez não se sustente”.

Outra pista de que o negócio não foi para frente está em comunicado feito ao mercado pelo fundo imobiliário TRXF11 sobre a sua 13ª emissão de cotas, que tem alvo de captar R$ 3,4 bilhões (embora o montante máximo seja R$ 5 bilhões) para financiar a aquisição de um grande pipeline de imóveis.

No comunicado, divulgado na noite de quinta-feira, 27 de agosto, entre os ativos alvos citados para aquisição, não há mais nenhum de R$ 2 bilhões. “Eles não citam a Cyrela e não há nenhum deal de R$ 2 bilhões”, afirma uma fonte.

As cotas do fundo imobiliário TRXF11 acumulam queda de mais de 20%, depois de questionamento sobre o mercado sobre sua estratégia agressiva de aquisições.

Só no mês de agosto, a TRX anunciou acordos de R$ 4,6 bilhões em ativos que envolviam galpões, escritórios, shoppings a imóveis de varejo. O negócio com o Pátio Malzoni já não avançou.  O deal com a Cyrela pode ser o próximo.

Procurada, a Cyrela não retornou. A TRX enviou o seguinte comunicado:

“Os imóveis que estamos considerando na emissão constam no estudo de viabilidade que divulgamos na data de ontem (27/08). Qualquer informação sobre ativos anunciados será comunicada ao mercado oportunamente via CVM.”



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