O governo brasileiro anunciou nesta quarta-feira, 26 de agosto, a extensão do drawback por um ano para empresas afetadas pelas tarifas adicionais dos Estados Unidos. A decisão, informada pela Agência Brasil, integra a resposta oficial aos efeitos da disputa comercial sobre exportadores instalados no país.
O alcance efetivo da medida dependerá agora das regras aplicáveis às empresas e operações atingidas. O clipping confirma o prazo adicional de um ano, mas não discrimina setores beneficiados, valores cobertos ou cronograma operacional. Esses pontos serão determinantes para mensurar quanto do comércio afetado poderá utilizar a extensão e em que momento o mecanismo chegará às companhias.
Em outra frente de custo, a indústria de fertilizantes negocia com o governo um subsídio de R$ 2 bilhões por três meses. Segundo o G1 Agro, o pedido busca conter o impacto da instabilidade geopolítica no Irã sobre os preços dos adubos pagos pelos produtores. Trata-se, por enquanto, de uma solicitação do setor, não de uma decisão confirmada. A definição separará o apoio já anunciado aos exportadores da eventual intervenção sobre um insumo agrícola.
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O crédito também entrou no radar. O BNDES desembolsou R$ 1,3 bilhão para cooperativas do Paraná no primeiro semestre, conforme o Canal Rural. Os recursos financiaram etanol, armazenagem de grãos, refrigeração e estrutura para farelo de soja. No mesmo recorte, produtores foram alertados para novos requisitos e prazos da reforma tributária até 2027, o que adiciona uma agenda de adequação à de financiamento e comércio exterior.
O ambiente financeiro permanece restritivo: o BCB registrou meta Selic de 13,94% ao ano em 1º de agosto e PTAX de R$ 5,1490 por dólar em 25 de agosto. São referências objetivas para acompanhar a execução das medidas, sem antecipar seu efeito sobre cada empresa.
Da Redação




