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quinta-feira, agosto 13, 2026

Confira os pontos de suporte e resistência para esta segunda (07)

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Na sexta-feira (04), o dólar à vista encerrou em alta de 0,37%, cotado a R$5,4245, revertendo parte das quedas recentes em uma sessão marcada por liquidez reduzida, reflexo do feriado do Dia da Independência nos Estados Unidos. 

Apesar do avanço pontual, a moeda norte-americana acumulou queda de 0,44% na semana passada, registrando sua quinta baixa semanal consecutiva frente ao real. O cenário internacional foi dominado pelas declarações do ex-presidente Donald Trump, que confirmou, em alguns casos, a aplicação de tarifas de até 70% a partir de 1º de agosto, intensificando o tom protecionista nas negociações comerciais dos EUA. 

No Brasil, o destaque foi a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF, que suspendeu tanto o decreto do governo que elevou o IOF quanto a sua anulação pelo Congresso, tentando frear o conflito institucional e abrindo caminho para uma audiência de conciliação entre os Poderes.

Para os traders do mini dólar, o pregão foi marcado por ajustes técnicos e leve correção após a mínima recente, com o câmbio reagindo mais à percepção de risco global do que ao fluxo interno, dada a ausência dos principais players internacionais. 

A retomada da alta ocorreu em um contexto de incertezas externas — com a escalada tarifária nos EUA — e de tensões institucionais locais, ainda que parcialmente contidas pela mediação do STF. 

A proximidade para definição dos acordos comerciais globais e a retomada do mercado americano nesta semana devem devolver volume e direcionamento mais claro ao mercado futuro de dólar, que segue operando em uma região sensível de suporte no curto prazo.

Os contratos futuros de minidólar (WDOQ25), com vencimento em agosto, encerraram a última sessão com alta de 0,14%, aos 5.455,5 pontos.

No gráfico diário, a estrutura técnica segue com viés baixista, com o ativo sendo negociado abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos, ambas com inclinação negativa. O IFR (14) está em 33,41, próximo da zona de sobrevenda.

O suporte relevante está em 5.416/5.380, e seu rompimento pode abrir espaço para quedas até 5.320/5.275,5 pontos. Do lado oposto, a resistência está em 5.595/5.620, e seu rompimento pode levar o ativo às regiões de 5.652,5/5.672,5 pontos.

Análise do gráfico de 15 minutos

No gráfico de 15 minutos, o minidólar encerrou a sessão entre as médias móveis de 9 e 21 períodos, com a média de 21 já inclinada para cima — o que sinaliza possibilidade de continuidade do movimento de alta. 

O ativo vem trabalhando dentro de uma faixa estreita de lateralização, delimitada pelo suporte em 5.444/5.437 e resistência em 5.456/5.460, regiões que exigem atenção redobrada por parte dos traders no curto prazo.

Para o pregão desta segunda-feira (07), os principais suportes estão em 5.444/5.437 (1), 5.426/5.422 (2) e 5.413,5/5.405,5 (3), enquanto as resistências se concentram em 5.456/5.460 (1), 5.467/5.570 (2) e 5.485/5.490,5 (3).

Para que o ativo mantenha o viés altista, será necessário romper com volume a resistência imediata em 5.456/5.460. A superação dessa faixa poderá impulsionar o preço até os próximos níveis de resistência, inicialmente em 5.467/5.570, com alvo mais longo em 5.485/5.490,5.

Já a perda do suporte em 5.444/5.437 pode dar sequência às quedas e abrir espaço para testes nas regiões inferiores de 5.426/5.422, com possível extensão até o fundo de 5.413,5/5.405,5.

Fonte: Nelogica. Gráfico 15 minutos. Elaboração Rodrigo Paz

Dólar futuro (WDOQ25): Gráfico de 60 minutos

No gráfico de 60 minutos, o minidólar fechou a segunda sessão consecutiva acima das médias móveis de 9 e 21 períodos, o que ajuda a sustentar a estrutura altista no curtíssimo prazo.

A região de suporte em 5.440 vem sendo respeitada, indicando possível enfraquecimento da pressão vendedora e presença ativa de compradores defendendo esse nível.

O primeiro desafio para o lado comprador está na resistência entre 5.477,5/5.484,5, que, se rompida com volume, poderá intensificar o fluxo de alta e levar o ativo a testar a faixa de 5.501/5.510, com alvo estendido na região de resistência mais ampla em 5.536,5/5.547.

Por outro lado, caso o ativo perca a região de suporte entre 5.440,5/5.423, o viés de baixa pode ser retomado, com alvos projetados em 5.391 e, em caso de maior pressão vendedora, 5.364, onde novas defesas podem ocorrer.

Fonte: Nelogica. Gráfico 60 minutos. Elaboração: Rodrigo Paz

(Rodrigo Paz é analista técnico)

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