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domingo, julho 12, 2026

Conselho de Santa Catarina investe R$ 479 mil em fiscalização com tecnologia blockchain e IA

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O Conselho Regional de Corretores de Imóveis de Santa Catarina (CRECI-SC) assinou um acordo de inovação para o setor neste mês de julho e a autarquia publicou o contrato com valor na casa de R$ 479 mil.

Este projeto foca na busca por propagandas fora da lei no mercado de casas e apartamentos. Uma empresa chamada Offer Technologies venceu a seleção para fornecer o programa de computador aos fiscais catarinenses.

A ferramenta adota inteligência artificial (IA) para rastrear publicações em plataformas de redes sociais. O foco abrange páginas com perfis no Instagram e nos painéis de comércio do Facebook.

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Fiscais vão utilizar a rede descentralizada Polygon para carregar evidências das irregularidades em um arquivo seguro. O programa captura uma foto da tela com a propaganda falsa e cria uma prova digital de autenticidade.

Só a modelagem blockchain do novo sistema tem o gasto de R$ 36 mil previsto
Só a modelagem blockchain do novo sistema tem o gasto de R$ 36 mil previsto (Foto/Reprodução).

Tais arquivos ganham um código de proteção fixado na rede com a ajuda de um contrato inteligente. A tática preserva o conteúdo da fraude mesmo em caso de exclusão da página na internet.

Desta forma, o estado possui garantias para aplicar multas e enviar denúncias judiciais contra os golpistas. A plataforma arquiva os identificadores com horários exatos e links originais para garantir a validade do processo.

O armazenamento da prova de crime acontece no sistema distribuídos e as informações não ficam presas em um servidor único sob o controle de poucas pessoas.

Assim, infratores perdem o poder de contestar a materialidade da prova devido ao formato do código inviolável. O protocolo criptográfico funciona com o peso de uma impressão digital imune a adulterações em sua cadeia.

Inteligência artificial cruza dados de corretores sem registro na internet

O motor de regras da plataforma processa o texto das imagens para extrair telefones e nomes dos autores.

A automação consulta a base oficial do conselho para checar o registro do profissional sob investigação.

Consultas extras buscam dados de firmas nas listas da Receita Federal do Brasil com bastante agilidade.

O modelo sintético classifica os casos por nível de risco para acelerar o trabalho humano nas mesas.

Aplicativos de celular farão parte do pacote para facilitar a denúncia por parte dos cidadãos da região.

Corretores regulares poderão enviar fotos de fraudes para a central com poucos cliques na tela do aparelho.





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