(Foto: Reuters/Rodolfo Buhrer)
Os contratos futuros de soja negociados na bolsa de Chicago tiveram leve alta nesta terça-feira, à medida que boletins meteorológicos e dados sobre a safra levantaram preocupações quanto às perspectivas da colheita deste ano no Meio-Oeste dos EUA, segundo analistas.
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Os preços do petróleo em alta e uma onda de demanda chinesa por soja norte-americana também sustentaram os preços.
O trigo caiu após o mercado registrar ganhos ligados às interrupções nos suprimentos do Mar Negro causadas pela guerra, embora não tenha conseguido sustentar a alta do dia anterior.
“Parte do motivo pelo qual o trigo não está decolando é que a oferta no Mar Negro não está desaparecendo. Ela está se acumulando nos portos. Assim que a situação se acalmar, haverá oferta abundante que poderá ser encaminhada aos importadores mundiais”, disse Randy Place, analista da Hightower Report.
Semanas de ataques à navegação por parte da Rússia e da Ucrânia reduziram os embarques, inclusive no principal centro de exportação de grãos da Rússia, Novorossiysk.
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O contrato mais ativo de soja avançou 0,75 centavo, fechando a US$12,1675.
Os futuros de trigo mais negociados fecharam com queda de 8 centavos, a US$6,8125 por bushel, e os de milho recuaram 1,50 centavo, para US$4,88 por bushel.
Os operadores estão acompanhando de perto a visita de campo da Pro Farmer, após o Departamento de Agricultura dos EUA ter reduzido suas previsões de rendimento do milho e da soja na semana passada e em meio às fortes chuvas que deixaram alguns campos do Meio-Oeste encharcados.
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