[Foto: georgeclerk/Getty Images Signature]
Os leitores do Money Times deram mais atenção à recuperação judicial para renegociar dívida de R$ 53 milhões deste grupo do agro e ao calote de um fundo imobiliário nesta semana.
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Veja a seguir as cinco reportagens mais lidas da semana:
A Justiça do Tocantins deferiu o processamento da recuperação judicial do Grupo Santos, núcleo econômico familiar dedicado à pecuária de corte no município de Dois Irmãos do Tocantins (TO).
A decisão, assinada pelo juiz Ricardo Gagliardi, da 1ª Escrivania Cível de Miranorte, reconhece uma dívida declarada de R$ 53,27 milhões e concede ao grupo um período de proteção contra execuções judiciais enquanto busca reestruturar seu passivo.
O grupo é formado por dois produtores rurais, pessoas físicas, e duas pessoas jurídicas da mesma família, que atuam de forma integrada há cerca de 20 anos.
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Segundo a decisão, a comunhão de operações, propriedades, rebanhos e maquinário justificou o reconhecimento da consolidação processual e substancial, permitindo que ativos e passivos sejam tratados como pertencentes a um único devedor.
2- Fundo imobiliário não recebe aluguel e alerta para impacto nos dividendos
O fundo imobiliário SP Downtown (SPTW11) informou que ainda não recebeu o pagamento do aluguel referente ao mês de junho de 2026 do Edifício Líbero Badaró, imóvel que concentra praticamente toda a receita do veículo.
Em fato relevante divulgado ao mercado, a Genial Investimentos e a Pátria VBI Asset, administradora e gestora do fundo, respectivamente, afirmaram que o valor da locação teve vencimento em 1º de julho, mas permanece em aberto.
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Segundo o comunicado, a inadimplência representa um impacto negativo estimado de aproximadamente R$ 0,47 por cota na receita do SPTW11.
Apesar do atraso, a gestão optou por manter a distribuição de rendimentos referente ao mês de junho em R$ 0,45 por papel, utilizando a reserva de lucros acumulados do FII, que somava R$ 0,71 por cota no período.
3- Petrobras (PETR4) aprova R$ 17,4 bilhões em dividendos e JCP; veja condições
A Petrobras (PETR4) informou nesta quinta-feira (6) que seu conselho de administração aprovou o pagamento de R$ 17,4 bilhões em remuneração aos acionistas, como antecipação dos proventos relativos ao exercício de 2026.
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O valor corresponde a R$ 1,35 por ação, considerando ações ordinárias e preferenciais.
Segundo a estatal, a distribuição segue a política de remuneração aos acionistas, que prevê o pagamento de 45% do fluxo de caixa livre quando o endividamento estiver dentro do limite definido no plano estratégico da companhia.
Terão direito aos proventos os investidores com ações da Petrobras na B3 em 21 de agosto de 2026. Os papéis passam a ser negociados ex-direitos em 24 de agosto.
4- Bradesco (BBDC4): Lucro sobe 16,2% e chega a R$ 7,1 bilhões no 2T26, pouco acima das expectativas
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O Bradesco (BBDC4) reportou lucro recorrente de R$ 7,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, alta de 16,2% em comparação com o mesmo período de 2025, mostra documento enviado ao mercado nesta quarta (05).
O número ficou pouco acima do consenso da Bloomberg, que aguardava lucro de R$ 6,9 bi no período. Foi o décimo trimestre seguido de aumento do lucro líquido e alta da rentabilidade.
Após resultados tenebrosos do Santander (SANB11), o mercado ligou o alerta para algum risco de crédito. Por aturarem em carteiras parecidas, o temor era que o Bradesco também sofresse alguma piora.
5- Dividendos de quase R$ 2 por ação: 5 ações para ter na carteira de agosto, segundo a Planner
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A Planner atualizou a carteira recomendada de dividendos para o mês de agosto, retirando as ações do Bradesco (BBDC4), CSU Digital (CSUD3) e Santander Brasil (SANB11).
No lugar, entram BB Seguridade (BBSE3), Telefônica Brasil (VIVT3) e Vale (VALE3). Completam o portfólio as ações da Caixa Seguridade (CXSE3) e Taesa (TAEE11).
A equipe de analistas da casa destaca que o conselho da Caixa Seguridade aprovou dividendos intercalares de R$ 1,05 bilhão (R$ 0,35 por ação), equivalente a 91,9% do lucro do primeiro trimestre deste ano, que alcançou R$ 1,14 bilhão.
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