(Foto: Reuters/Christian Hartmann)
Os preços do petróleo encerraram o pregão desta sexta-feira (12) em queda com otimismo do mercado em relação a um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.
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O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para agosto fechou com recuo 3,37%, a US$ 87,33 por barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do petróleo West Texas Intermediate (WTI) para julho fechou em queda 3,23%, a US$ 84,88 o barril.
Na semana, o WTI e o Brent tiveram perdas, respectivamente, de 6,25% e 6,19%.
Os preços do petróleo recuaram diante das informações de avanços nas tratativas de um acordo de paz entre Estados Unidos e Irã.
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Nesta sexta-feira (12), o ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que um memorando de entendimento de Islamabad, para encerrar as hostilidades no Oriente Médio, nunca esteve tão próximo. “Enquanto aguarda sua finalização, a mídia deve abster-se de entrar em especulações sobre seu conteúdo”, afirmou no X.
Araghchi disse ainda que, pela abordagem “responsável e transparente” do Irã, todos os detalhes serão compartilhados com o público no momento apropriado.
Horas mais tarde, o presidente dos Estados Unidos, que expressou descontentamento diante das informações veículadas por portais de notícias internacionais sobre os termos do acordo entre EUA e Irã, repostou a publicação de Araghchi.
Para analistas do ING, a menos que o petróleo volte a ser transportado livremente no Estreito de Ormuz muito em breve, os mercados de energia podem se aproximar de um ponto de inflexão em julho. “Por sua vez, teríamos cautela ao esperar preços de petróleo muito mais baixos a partir dos níveis atuais”, afirmam.
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O secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, disse hoje que Washington vai restabelecer o tráfego no Estreito de Ormuz “com ou sem a ajuda” do Irã, acrescentando que, mesmo se não houver um acordo com as lideranças persas, as Forças Armadas retomarão o fluxo no estreito.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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