Alvo da PF, senador Ciro Nogueira (PP-PI) enfrenta desafio à reeleição no Piauí (Carlos Moura/Agência Senado)
Com a imagem abalada pelos escândalos do Banco Master e alvo de uma operação da Polícia Federal, Ciro Nogueira (PP) divide a disputa pela segunda vaga na campanha à reeleição ao Senado pelo Piauí com o deputado federal Júlio Cesar (PSD). Ambos têm 21% das intenções de voto, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (14).
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
A liderança é do também senador e candidato à reeleição Marcelo Castro (MDB), com 28%. Na terceira colocação está Tiago Junqueira (PL), com 7%, seguido por Francinaldo Leão (PSOL), com 3%, Antônio Barros (Novo), com 2% e outros 11 candidatos entre 0% e 1%. Votos nulos e brancos somariam 6% e 7% não souberam ou não responderam.
Na disputa ao governo do Piauí, Rafael Fonteles (PT) lidera para a reeleição, com 64% das intenções de voto no primeiro turno, seguido pelo ex-prefeito de Floriano (PI) e ex-deputado estadual Joel Rodrigues (PP), com 23%. Mainha (Podemos) obteve 2% e Toni Rodrigues (PL), 1%.
Outros nomes somados atingiram 2%, nulos e brancos somaram 3% e 5% não responderam ou não souberam responder. Em um eventual segundo turno contra Rodrigues, Fonteles seria reeleito governador do Piauí com 65% a 25%, segundo a Real Time Big Data.
Presidente
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Assim como seu correligionário ao governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera com folga a disputa presidencial no Piauí, com 65% das intenções de voto no primeiro turno, seguido por Flávio Bolsonaro (PL), com 20%. Ronaldo Caiado (PSD) e Renan Santos (Missão) têm 2% cada; Romeu Zema (Novo), Joaquim Barbosa (DC) e Aécio Neves (PSDB), que não será candidato, com 1% cada.
Outros nomes somados atingiram 1%, nulos e brancos somaram 3% e 4% não responderam ou não souberam responder.
A pesquisa ouviu 1.600 eleitores entre sábado (11) e esta segunda-feira (13), a margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. Os levantamentos foram registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como PI-00773/2026 e PI-06473/2026.
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE




