
Ibovespa hoje
- Mercados avaliam indicação do BC de corte em março em dia cheio de dados e com entrevista de Haddad.
- IGP-M acelera 0,41% em janeiro.
- Confiança do Comércio e de Serviços sobe em janeiro, diz FGV.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Estoque de crédito no Brasil sobe 1,8% em Dezembro, diz BC
Ministros da UE aprovam novas sanções contra Irã em resposta à repressão de protestos
Os ministros das Relações Exteriores da União Europeia adotaram novas sanções contra o Irã na quinta-feira, visando indivíduos e entidades envolvidos na repressão violenta aos manifestantes e no apoio do país à Rússia. Os ministros também devem chegar a um acordo político para incluir a Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC) na lista de organizações terroristas do bloco, colocando o grupo em uma categoria semelhante à do Estado Islâmico e da Al Qaeda e marcando uma mudança simbólica na abordagem da Europa em relação à liderança iraniana.
Lavvi (LAVV3) aprova distribuição de R$ 200 mi em dividendos; veja quem tem direito
O pagamento dos dividendos será realizado até 31 de dezembro deste ano.
CME/FedWatch: projeção de manutenção dos juros nos EUA para março está em 86%
| 18/03 | 29/04 | |
| 3,75%-3,50% | 86,5% | 74% |
| 3,50%-3,25% | 13,5% | 24,1% |
| 3,25%-3,00% | – | 2% |
Raízen (RAIZ4) reduz em 23% moagem de cana no trimestre
A companhia afirmou ainda que a produção de açúcar caiu quase 17% no período, para 1,5 milhão de toneladas.
Com Selic inalterada, é hora de apostar em small caps e ações mais arriscadas?
Queda iminente da taxa básica de juros justifica mudanças nas carteiras, defendem especialistas.
Japão conta com o apoio dos EUA e mantém silêncio tático sobre iene
As principais autoridades cambiais do Japão estão aproveitando o raro apoio dos Estados Unidos em sua luta contra a fraqueza do iene, usando um silêncio tático e comunicação calibrada para impulsionar a moeda para cima sem recorrer a intervenções em grande escala. No centro dessa abordagem está Atsushi Mimura, principal autoridade cambial do Japão, cujas escassas declarações públicas se tornaram sinais por si só. Em vez de comentar frequentemente sobre a moeda, Mimura tem mantido mudanças deliberadas no tom, de acordo com fontes familiarizadas com seu pensamento, um estilo de comunicação que mais recentemente tem mantido os especuladores na dúvida sobre quando, ou se, Tóquio poderá intervir. “Eles empurraram o dólar/iene para baixo em cerca de sete ienes, preservando seu poder de fogo”, disse Shota Ryu, estrategista cambial da Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities. “É uma abordagem notavelmente eficiente.” Os picos do iene ocorreram em três ocasiões desde o final da semana passada, com os movimentos mais acentuados após relatos de uma verificação incomum de taxas pelo Federal Reserve de Nova York, que colocou os investidores em alerta para a primeira intervenção conjunta dos EUA e do Japão em 15 anos. Embora o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, tenha negado que os EUA estivessem intervindo nos mercados cambiais para apoiar o iene, ex-autoridades japonesas afirmaram que a participação dos EUA nas verificações de taxas é um grande avanço para o Japão, dado que Washington tradicionalmente vê a intervenção cambial de forma negativa.
Pela primeira vez, gasto anual do governo com Previdência ultrapassa R$ 1 trilhão
Dados de 2025, mostram despesa adicional de R$ 87 bilhões em relação a 2024. Rombo vai a R$ 317, 1 bi.
Samsung prevê que escassez de chips persista; triplica lucro no 4º tri
A Samsung Electronics previu um agravamento da escassez de chips este ano, impulsionado pelo boom da IA, com uma forte demanda por memória beneficiando seu principal negócio de chips, mas criando dificuldades para suas outras unidades, como smartphones e monitores. A Samsung disse nesta quinta-feira que seu lucro operacional mais que triplicou, atingindo um recorde no quarto trimestre, ressaltando o forte poder de precificação da maior fabricante mundial de chips de memória, à medida que a corrida para construir inteligência artificial pressiona o fornecimento de chips e eleva os preços. No entanto, alertou que o aumento dos preços dos chips de memória está elevando os custos em seus negócios de smartphones e telas, que contam com a Apple e a Samsung como clientes, fazendo com que suas ações caíssem 1,2% após uma forte alta neste ano. “Espera-se que a escassez significativa de produtos de memória em toda a linha continue por enquanto”, disse Kim Jaejune, executivo do negócio de chips de memória da Samsung, a analistas em sua teleconferência pós-resultados. Kim esperava que qualquer expansão da oferta fosse limitada em 2026 e 2027, enquanto a demanda relacionada à IA permanecesse forte.
Tarcísio visita Bolsonaro na Papudinha após episódio de tensão com entorno de Flávio
Governador de São Paulo cancelou primeiro encontro na semana passada.
Marcelo Talarico e Luis Resende abandonam conselho de administração do BRB
O Banco de Brasília anunciou a renúncia, com efeitos imediatos, de Marcelo Talarico e Luis Fernando de Lara Resende como membros do conselho de administração da empresa. As renúncias acontecem duas semanas depois que o seu acionista controlador, o governo do Distrito Federal, convocou uma assembleia para eleger novo conselho de administração em 19 de fevereiro. Os acionistas do BRB foram chamados para votar neste dia a indicação de Edison Garcia, Joaquim de Oliveira e Sérgio Nazaré para composição do conselho. Entretanto, o banco público elegeu, em janeiro, Raphael Vianna de Menezes como presidente do conselho de administração e Antônio José Barreto de Araújo Júnior como diretor executivo de finanças. Em novembro, uma operação da Polícia Federal envolveu dirigentes do Banco Master e do BRB, sob acusação de um esquema que poderia ter gerado perdas superiores a R$10 bilhões para o banco público.
Índice EWZ dispara 1,75% na pré-abertura dos EUA
Banco Central abre investigação interna sobre caso Master
Em meio à sindicância, chefes do Departamento de Supervisão Bancária entregaram os cargos.
BC mantém SELIC em 15%, mas cairá em breve. E o feijão com arroz do CDI ainda será bom?
BC deve iniciar o corte da SELIC em março, o que fazer para preservar a rentabilidade dos seus investimentos com juros em queda.
Barris de petróleo e minério de ferro avançam
Os preços do petróleo subiram pelo terceiro dia consecutivo depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, alertou o Irã para que chegasse a um acordo nuclear ou enfrentasse ataques militares, reacendendo as preocupações com possíveis distúrbios e instabilidade no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta, após duas sessões consecutivas de baixa, impulsionadas pelas expectativas de uma retomada na produção na China, com mais siderúrgicas voltando a operar após a manutenção.
- Petróleo WTI, +2,48%, a US$ 64,78 o barril
- Petróleo Brent, +2,40%, a US$ 70,04 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,78%, a 798,50 iuanes (US$ 114,82)
Mercados da Europa sobem na maioria
Os mercados europeus operam em alta, com os investidores atentos a uma série de balanços de algumas das maiores empresas da Europa. Os resultados financeiros foram divulgados por Deutsche Bank, ING, Wizz Air, Roche, Swedbank, ABB, Sanofi, Nokia, STMicroelectronics e SAP, entre outros.
- STOXX 600: +0,31%
- DAX (Alemanha): -1,15%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,45%
- CAC 40 (França): +0,57%
- FTSE MIB (Itália): +0,52%
Bolsas da Ásia encerram dia com ganhos
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam com alta em sua maioria. Os investidores acompanharam de perto os desdobramentos na Indonésia depois que o índice de referência Jakarta Composite despencou mais de 8% na quarta-feira, após a MSCI, provedora de índices, alertar para um possível rebaixamento do país ao status de mercado de fronteira.
- Shanghai SE (China), +0,16%
- Nikkei (Japão): +0,03%
- Hang Seng Index (Hong Kong): +0,51%
- Nifty 50 (Índia): +0,30%
- ASX 200 (Austrália): -0,07%
EUA: índices futuros têm leves altas
Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (29), enquanto investidores analisavam balanços de grandes empresas de tecnologia, juntamente com a mais recente decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed). No after-market, as ações da Meta subiram 7% depois que a controladora do Facebook divulgou uma previsão de vendas para o primeiro trimestre melhor do que o esperado. Já os papéis da Microsoft caíram 6%, refletindo a desaceleração do crescimento da computação em nuvem no segundo trimestre fiscal. A Tesla avançou 1% após os resultados do quarto trimestre superarem as expectativas. Os investidores estão agora se preparando para a divulgação dos resultados trimestrais da Apple, que ocorrerá após o fechamento do mercado. Mastercard, American Express e Verizon também estão programados para divulgar os resultados.
- Dow Jones Futuro: +0,06%
- S&P 500 Futuro: +0,18%
- Nasdaq Futuro: +0,23%
IGP-M acelera 0,41% em janeiro
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,41% em janeiro, invertendo a taxa registrada em dezembro, quando caíra 0,01%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 0,41% no ano e queda de 0,91% nos últimos 12 meses. Em janeiro de 2025, o IGP-M subira 0,27% no mês, acumulando uma alta de 6,75% em 12 meses.
Confiança do Comércio avançou em janeiro
O índice de Confiança do Comércio (ICOM) do FGV IBRE avançou 3,0 pontos em janeiro, para 91,3 pontos, registrando alta em quatro dos últimos cinco meses. Em médias móveis trimestrais, houve avanço de 1,5 ponto, para 89,3 pontos.
Confiança de Serviços subiu em janeiro
O Índice de Confiança de Serviços (ICS) do FGV IBRE avançou 0,6 ponto em janeiro, para 90,9 pontos, maior nível deve maio de 2025 (91,8 pontos). Na média móvel trimestral, o índice cresceu 0,7 ponto, para 90,4 pontos.
Abertura de mercados
O mercado nacional inicia esta quinta-feira digerindo a indicação do Banco Central de que iniciará um ciclo de corte de juros em março, em um dia carregado de indicadores e entrevista do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Na véspera, o BC decidiu manter a taxa Selic em 15% ao ano, em decisão unânime de sua diretoria, e fez a indicação, mas enfatizando que manterá “a restrição adequada” para levar a inflação à meta de 3%. As atenções também recaem sobre a entrevista de Haddad ao portal Metrópoles, a partir das 9h, em meio às expectativas de saída do ministro do comando da Fazenda. Na agenda de dados, a FGV divulga o IGP-M de janeiro, enquanto o BC informa os números do mês mês de juros e spread. O Tesouro Nacional ainda divulga o resultado do governo central, enquanto o Ministério do Trabalho informa os dados do Caged, todos de dezembro. No exterior, o otimismo dos investidores em relação aos balanços corporativos se mantinha antes dos resultados da Apple. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam ontem de forma mista e sem forças
Investidores em Wall Street pouco se movimentaram após o Federal Reserve manter as taxas de juros inalteradas e não indicar cortes na próxima reunião. “Eu acho, e muitos dos meus colegas também, que é difícil analisar os dados recentes e afirmar que a política monetária está significativamente restritiva neste momento”, disse o presidente do Fed, Jerome Powell, durante sua coletiva de imprensa. Com base nessa análise, Jed Ellerbroek, da Argent Capital Management, previu à CNBC que o banco central manterá suas taxas de juros inalteradas até o final do mandato de Powell, em maio. “Há uma certa tensão entre a inflação um pouco acima do desejado e o aumento do desemprego, então eles estão em uma posição relativamente neutra e confortáveis em permanecer assim até que os dados mudem e os forcem a tomar uma posição”, disse o gestor de portfólio. “Agora a decisão está nas mãos do presidente Trump, pois ele indicará o novo presidente do Fed”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | 0,02 | 49.015,60 |
| S&P 500 | -0,01 | 6.978,04 |
| Nasdaq | 0,17 | 23.857,45 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com novas quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,515 | -0,060 |
| DI1F28 | 12,780 | -0,075 |
| DI1F29 | 12,785 | -0,065 |
| DI1F31 | 13,085 | -0,060 |
| DI1F32 | 13,195 | -0,070 |
| DI1F33 | 13,265 | -0,055 |
| DI1F35 | 13,315 | -0,050 |
Dólar comercial fechou estável na sessão de ontem
O dólar comercial estabilizou diante do real, após dois dias de baixas. O movimento foi na direção contrária da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com mais 0,33%, aos 96,54 pontos.
- Venda: R$ 5,206
- Compra: R$ 5,205
- Mínima: R$ 5,172
- Máxima: R$ 5,225
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | 20,00 | 1,08 |
| CEAB3 | 8,60 | 12,50 |
| USIM5 | 6,57 | 6,97 |
| MGLU3 | 4,56 | 10,08 |
| IRBR3 | 4,44 | 60,19 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| RAIZ4 | 20,00 | 1,08 |
| CEAB3 | 8,60 | 12,50 |
| USIM5 | 6,57 | 6,97 |
| MGLU3 | 4,56 | 10,08 |
| IRBR3 | 4,44 | 60,19 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| VALE3 | 64.400 | 2,44 |
| PETR4 | 58.846 | 3,35 |
| B3SA3 | 56.872 | 2,17 |
| ITUB4 | 53.098 | 2,25 |
| AXIA3 | 50.416 | 2,95 |
Ibovespa fechou ontem com alta de 1,52%, aos 184.691,05 pontos, maior patamar de fechamento da história
- Máxima: 185.064,76 (máxima histórica)
- Mínima: 181.920,63
- Diferença para a abertura: +2.771,92 pontos
- Volume: R$ 33,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (26): -0,08%
- Terça-feira (27): +1,79%
- Quarta-feira (28): +1,52%
- Semana: +3,26%
- Janeiro: +14,63%
- 1T26: +14,63%
- 2026: +14,63%
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