Ibovespa hoje
- Novos ataques entre EUA e Irã afetam mercados; Quaest divulga nova pesquisa eleitoral.
- Durigan: É preciso fazer mais ajuste fiscal, trajetória tem gradualidade.
- Fim da escala 6×1: comissão do Senado analisa hoje a proposta.
- Day trade hoje: confira o que esperar de mini dólar e mini-índice.
Confira as últimas dos mercados
Fazenda recusa reunião com DF sobre empréstimo para salvar BRB
Durigan diz que debate sobre Previdência precisa considerar questão da desigualdade
Indagado sobre uma eventual nova reforma da Previdência, o porta-voz econômico da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Dario Durigan, afirmou nesta terça-feira, 1º, que o debate sobre assunto precisa contemplar a questão da desigualdade. “O presidente Lula mandou uma revisão da aposentadoria de militar. Quer dizer, não dá para a população estar se aposentando com 70, 65 anos, em média, e o militar estar se aposentando com 45, 46 anos, como acontece muitas vezes. Tem que fazer um ajuste nisso, não estamos querendo muito, é preciso aumentar um pouco essa idade”, disse o ministro da Fazenda, durante debate sobre economia na GloboNews com assessores das campanhas presidenciais. “Qual é a nossa posição? Nós temos que ter a desigualdade do País muito clara para a discussão de Previdência. Não dá para pegar uma pessoa que mora na periferia e falar que ela vai se aposentar com a mesma idade e com as mesmas condições de alguém que mora no centro de uma capital. Trazendo esse debate, a gente precisa encarar o debate da Previdência nos próximos anos”, afirmou Durigan. (Estadão Conteúdo)
Barris de petróleo sobem e minério de ferro recua
Os preços do petróleo operam perto da estabilidade, com o aumento das tensões no Oriente Médio após os EUA realizarem sua mais recente rodada de ataques contra o Irã, enquanto Teerã teria retaliado contra os aliados regionais de Washington. As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com o aumento dos custos do carvão metalúrgico pressionando as margens das siderúrgicas e o crescimento dos estoques portuários evidenciando a ampla oferta.
- Petróleo WTI, +0,10%, a US$ 90,32 o barril
- Petróleo Brent, +0,43%, a US$ 95,06 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, -1,11%, a 714,00 iuanes (US$ 106,24)
Mercados da Ásia encerram dia com fortes baixas
Os mercados acionários da Ásia-Pacífico fecharam em forte baixa, pressionados pelo aumento das tensões no Oriente Médio e pelo impacto da alta do petróleo sobre as perspectivas de inflação. O movimento também foi acompanhado por uma forte alta dos rendimentos dos títulos públicos, aumentando a cautela dos investidores. No Japão, o Nikkei 225 caiu 2,85%, enquanto o Kospi, da Coreia do Sul, recuou 4%. Na Austrália, o S&P/ASX 200 perdeu 0,97%, e o CSI 300, que reúne as principais ações negociadas em Xangai e Shenzhen, fechou em baixa de 1,38%.
- Shanghai SE (China), -0,97%
- Nikkei (Japão): -2,85%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,07%
- Nifty 50 (Índia): -0,78%
- ASX 200 (Austrália): -0,97%
Bolsas da Europa recuam com tensões renovadas no Oriente Médio
As ações europeias caíram para o menor nível em um mês nesta quarta-feira, pressionadas por uma queda no mercado global de títulos já que as tensões crescentes no Oriente Médio alimentavam preocupações com a inflação devido aos preços da energia. A Europa é vista como especialmente vulnerável ao conflito que já dura meses, dada sua dependência das importações de energia, mas os sólidos resultados financeiros durante a última temporada de divulgação de balanços foram um alívio para os investidores e amorteceram parte das perdas do STOXX, diante de sinais de que as empresas estavam se saindo melhor do que o esperado.
- STOXX 600: -0,71%
- DAX (Alemanha): -0,88%
- FTSE 100 (Reino Unido): -0,65%
- CAC 40 (França): -0,71%
- FTSE MIB (Itália): -0,49%
EUA: índices futuros recuam juntos
Os índices futuros de Nova York operam em baixa nesta quarta-feira (2), enquanto investidores monitoram a alta do petróleo e seus impactos sobre a inflação e os juros. O petróleo Brent subiu pelo terceiro dia consecutivo, chegando a cerca de US$ 95 o barril, atingindo brevemente o nível mais alto desde julho, em meio à escalada acentuada do conflito entre os EUA e o Irã . No radar do mercado estão os dados de emprego privado da ADP referentes a agosto, além dos lucros da indústria e do Livro Bege do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).
- Dow Jones Futuro: -0,15%
- S&P 500 Futuro: -0,27%
- Nasdaq Futuro: -0,56%
Abertura de mercados
Novos ataques aéreos dos Estados Unidos contra o Irã levaram os preços do petróleo aos níveis mais altos em cinco semanas nesta quarta-feira, dia em que o mercado nacional acompanha nova pesquisa eleitoral. A alta do petróleo alimenta preocupações com a inflação e prolonga a liquidação nos mercados globais de títulos nesta sessão. Os EUA atingiram alvos militares iranianos nas proximidades do Estreito de Ormuz, enquanto Teerã afirmou ter atacado ativos norte-americanos em toda a região, no que foi a troca de ataques mais significativa das últimas semanas. A escalada da tensão no Oriente Médio e as vendas de títulos deram a setembro um início turbulento, aumentando a pressão sobre os mercados poucos dias após comentários hawkish do chair do Federal Reserve, Kevin Warsh, levarem investidores a ampliar as apostas em uma nova alta dos juros nos EUA. Na agenda nacional, nova pesquisa Quaest de intenção de voto para presidente na eleição de outubro será divulgada às 10h15. A pesquisa foi contratada pela Globo e pelo jornal O Globo. (Reuters)
EUA atacam Irã, que revida contra bases em um dos maiores confrontos desde julho
O Irã e seus vizinhos árabes voltaram a mergulhar na guerra nesta quarta-feira em meio ao maior confronto armado entre Teerã e Washington desde julho, com as forças norte-americanas atacando a costa sul do Irã e o Irã disparando contra bases norte-americanas em toda a região. Os Estados Unidos ameaçaram com ataques ainda mais devastadores. O Irã acusou Washington de atingir uma festa de casamento, matando cinco pessoas e ferindo dezenas. As bolsas asiáticas e europeias caíram após os novos ataques aéreos dos EUA, que empurraram os preços do petróleo de volta a níveis não vistos desde julho, agravando o impacto econômico de uma onda global de vendas de títulos, já que o abalo no abastecimento de energia alimenta a inflação em todo o mundo. O Comando Central das Forças Armadas dos EUA informou ter atacado, na terça-feira, as defesas aéreas da Guarda Revolucionária Islâmica, sistemas de radar, recursos marítimos, recursos de colocação de minas e instalações de comunicação. A mídia iraniana noticiou ataques a vários alvos próximos ao Estreito de Ormuz — a estreita via navegável onde Teerã tem ameaçado petroleiros que tentam passar sem sua permissão. O Irã respondeu atacando o que afirmou serem alvos dos EUA no Barein, Jordânia, Kuwait e Iraque, e declarou que seu objetivo agora é expulsar as forças norte-americanas da vasta rede de bases militares que elas mantêm há décadas em todo o Oriente Médio. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam primeira sessão de setembro com perdas
Investidores em Wall Street seguiram pessimistas após a alta das tensões no Oriente Médio, com Irã e EUA trocando ataques e sem uma possibilidade de diplomacia em vista. O petróleo e os Treasuries subiram, numa conjunção de ampliação dos temores de inflação. “O mercado está demonstrando sinais de nervosismo em inúmeros indicadores”, escreveram em nota reproduzida pela CNBC os operadores do Goldman Sachs, referindo-se aos novos dados da Pesquisa de Sentimento da Associação Americana de Investidores Individuais. “Essa atitude em relação ao risco não é apenas teórica; os investidores estão, literalmente, colocando seu dinheiro onde está sua boca em termos de alocação de risco em seus portfólios”.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,79 | 52.766,39 |
| S&P 500 | -0,71 | 7.631,54 |
| Nasdaq | -1,03 | 26.099,77 |
DIs: juros futuros fecharam ontem com quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,585 | -0,030 |
| DI1F28 | 13,760 | -0,050 |
| DI1F29 | 14,110 | -0,065 |
| DI1F31 | 14,390 | -0,090 |
| DI1F32 | 14,465 | -0,090 |
| DI1F33 | 14,495 | -0,105 |
| DI1F34 | 14,495 | -0,085 |
| DI1F35 | 14,490 | -0,090 |
Dólar comercial terminou ontem com baixa de 0,47%
O dólar comercial emendou a segunda baixa seguida frente ao real. O movimento foi na direção contrária da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,26%, aos 99,69 pontos.
- Venda: R$ 5,156
- Compra: R$ 5,156
- Mínima: R$ 5,138
- Máxima: R$ 5,202
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| MGLU3 | -3,95 | 4,62 |
| FLRY3 | -2,39 | 19,21 |
| EMBJ3 | -1,40 | 92,18 |
| TOTS3 | -1,30 | 34,99 |
| RENT3 | -1,23 | 34,64 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CSNA3 | 7,89 | 5,74 |
| CEAB3 | 5,41 | 8,77 |
| BRAV3 | 5,08 | 18,00 |
| PETR3 | 4,14 | 52,37 |
| PETR4 | 4,11 | 46,87 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 74.976 | 4,11 |
| B3SA3 | 53.461 | 2,47 |
| CPLE3 | 52.457 | 1,67 |
| SBSP3 | 46.298 | -0,71 |
| ITUB4 | 43.939 | 0,95 |
Ibovespa terminou ontem com alta de 1,30%, aos 179.722,48 pontos
- Máxima: 181.060,89
- Mínima: 177.299,50
- Diferença para a abertura: +2.303,70 pontos
- Volume: R$ 30,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (31): +1,00%
- Terça-feira (1º): +1,30%
- Semana: +2,31%
- Setembro: +1,30%
- 3T26: +4,48%
- 2026: +11,54%
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