
Mercados da Ásia encerram dia em baixa
- Shanghai SE (China), -0,19%
- Nikkei (Japão): -1,02%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,95%
- Nifty 50 (Índia): -0,40%
- ASX 200 (Austrália): -0,64%
BC do Japão mantém taxa de juros mas divisão aponta para alta em junho
O Banco do Japão deixou inalterada a taxa de juros nesta terça-feira, mas três dos nove membros da diretoria propuseram um aumento dos custos dos empréstimos, sinalizando as preocupações das autoridades sobre as pressões inflacionárias decorrentes do conflito no Oriente Médio. O banco central também revisou para cima suas previsões de preços e enfatizou a vigilância em relação ao risco de a inflação ficar acima da meta, sinalizando uma forte chance de um aumento dos juros nos próximos meses. “Embora o Banco do Japão tenha mantido os juros, os três votos dissidentes destacam as tensões que as autoridades monetárias enfrentam”, disse Fred Neumann, economista-chefe para a Ásia do HSBC, observando que os choques de energia estão estimulando a inflação e reduzindo o crescimento.
Bolsas da Europa avançam juntas
As ações europeias se mantinham estáveis nesta terça-feira, com os investidores se preparando para uma semana repleta de reuniões de bancos centrais e balanços corporativos, enquanto avaliavam um impasse diplomático nas negociações entre os EUA e o Irã. A cautela dos investidores aumentou depois que autoridades norte-americanas indicaram que o presidente dos EUA estava insatisfeito com a última proposta do Irã para resolver a guerra que já dura dois meses. A última proposta procurou adiar uma discussão sobre o programa nuclear do Irã até que a guerra termine e as disputas sobre transporte marítimo sejam resolvidas.
- STOXX 600: +0,06%
- DAX (Alemanha): +0,14%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,45%
- CAC 40 (França): +0,28%
- FTSE MIB (Itália): +1,23%
Confiança da Indústria recua em abril
O Índice de Confiança da Indústria (ICI) do FGV IBRE caiu 0,8 ponto em abril, para 96,0 pontos. Em médias móveis trimestrais, o índice se manteve estável, com 96,5 pontos.
EUA: índices futuros operam de forma mista
Os índices futuros dos EUA operam mistos nesta terça-feira (28), pressionados pela queda das ações de tecnologia, em meio ao retorno das dúvidas sobre a capacidade de monetização dos pesados investimentos em inteligência artificial. No paralelo, o petróleo avança, com o Estreito de Ormuz ainda fechado. No campo geopolítico, o presidente Donald Trump discutiu com sua equipe de segurança nacional uma proposta de Teerã para reabrir a rota marítima. A iniciativa estaria condicionada ao fim do bloqueio imposto por Washington e o fim das hostilidades, segundo a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt. O cenário ocorre em uma semana decisiva para a temporada de balanços, com cinco integrantes do grupo conhecido como “Sete Magníficas” no radar. Alphabet, Amazon, Meta e Microsoft divulgam seus resultados na quarta-feira, enquanto a Apple publica seus números na quinta.
- Dow Jones Futuro: +0,23%
- S&P 500 Futuro: -0,25%
- Nasdaq Futuro: -0,68%
Abertura de mercados
Investidores nacionais aguardam nesta terça-feira o balanço da Vale (VALE3) enquanto acompanham dados de inflação e pesquisa eleitoral, de olho na alta do petróleo diante do impasse no conflito no Oriente Médio. Nova pesquisa presidencial da Atlas/Bloomberg fica no radar, enquanto o IBGE informa às 9h os dados de abril do IPCA-15, com expectativas de altas de 1,0% no mês e de 4,49% em 12 meses. Em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem reunião com os ministros da Fazenda, Dario Durigan, e da Casa Civil, Miriam Belchior, além do vice-presidente Geraldo Alckmin. Ele ainda participa de cerimônia de assinatura do decreto de promulgação do Acordo de Comércio entre União Europeia e Mercosul, às 16h, no Planalto. Após o fechamento dos mercados, Vale e a Hypera (HYPE3) divulgam os resultados do primeiro trimestre. Na guerra no Oriente Médio, os EUA estão analisando a mais recente proposta de Teerã para resolver a disputa, mesmo com uma autoridade norte-americana dizendo que o presidente Donald Trump está descontente com o plano já que não aborda o programa nuclear do Irã. Isso deixa o conflito, que já dura dois meses, em um impasse, com os fluxos de energia e de outros suprimentos pelo Estreito de Ormuz ainda em grande parte interrompidos, o que levou os preços do petróleo a ultrapassarem US$110 por barril nesta terça-feira. (Reuters)
Principais índices em Nova York fecharam o dia de forma mista e sem força
Investidores em Wall Street ainda entenderam que a guerra no Oriente Médio está a caminho de um desescalada, mas há muitos percalços. No final de semana, os EUA cancelaram o envio de representantes para conversas no Paquistão. O Irã foi. Os iranianos também mandaram uma proposta aos EUA para a reabertura do Estreito de Ormuz, não aceita. “Embora seja um sinal negativo moderado, continuamos acreditando que o conflito permanece em um caminho de desescalada”, disse Adam Crisafulli, da Vital Knowledge, em nota reproduzida pela CNBC. É uma semana com atenções para além da guerra. No âmbito corporativo, cinco big techs divulgarão seus resultados, aumentando a expectativa em um mercado que já precifica um forte crescimento: Microsoft, Alphabet, Amazon e Meta Platforms na quarta-feira, e Apple na quinta. A quarta-feira tem também decisão de taxa de juros pelo Federal Reserve.
| Dia (%) | Pontos | |
| Dow Jones | -0,13 | 49.168,04 |
| S&P 500 | 0,12 | 7.173,95 |
| Nasdaq | 0,20 | 24.887,10 |
DIs: juros futuros terminaram ontem com sobem por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 14,135 | 0,040 |
| DI1F28 | 13,760 | 0,130 |
| DI1F29 | 13,615 | 0,145 |
| DI1F31 | 13,635 | 0,140 |
| DI1F32 | 13,670 | 0,130 |
| DI1F33 | 13,690 | 0,130 |
| DI1F34 | 13,695 | 0,120 |
| DI1F35 | 13,675 | 0,125 |
Dólar comercial fecha em queda de 0,31%, valendo R$ 4,982
O dólar comercial teve a segunda queda seguida diante do real. O movimento foi na mesma direção da divisa norte-americana no resto do planeta, que na comparação com as principais moedas do mundo fez o índice DXY ficar com menos 0,05%, aos 98,48 pontos.
- Venda: R$ 4,982
- Compra: R$ 4,982
- Mínima: R$ 4,964
- Máxima: R$ 4,983
Maiores baixas, altas e mais negociadas de ontem
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| CURY3 | -7,76 | 30,20 |
| HAPV3 | -6,67 | 13,15 |
| CYRE4 | -6,44 | 22,66 |
| CYRE3 | -5,79 | 25,06 |
| MRVE3 | -5,48 | 6,90 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| USIM5 | 6,96 | 8,14 |
| PRIO3 | 2,75 | 64,35 |
| ASAI3 | 1,70 | 9,58 |
| NATU3 | 1,08 | 10,26 |
| WEGE3 | 0,82 | 48,19 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 46.212 | 0,45 |
| HAPV3 | 44.529 | -6,67 |
| USIM5 | 31.394 | 6,96 |
| PRIO3 | 31.325 | 2,75 |
| ITUB4 | 27.808 | -0,86 |
Ibovespa terminou ontem com baixa de 0,61%, aos 189.578,79 pontos, na mínima do dia
- Máxima: 191.339,93
- Mínima: 189.578,79
- Diferença para a abertura: -1.166,23 pontos
- Volume: R$ 20,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (27): -0,61%
- Semana: -0,61%
- Abril: +1,13%
- 2T26: +1,13%
- 2026: +17,66%
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