O técnico Fernando Diniz saiu em defesa das alterações promovidas durante a derrota do Corinthians por 2 a 0 para o Internacional, neste domingo, pelas oitavas de final da Copa do Brasil. O treinador rebateu as críticas de que as substituições fizeram o time perder o meio-campo e afirmou que o problema foi a desorganização após sofrer o primeiro gol.
“O Bidon é um camisa 8. Ele joga ali, mas é um jogador de meio-campo. Eu não deixei o meio sem ninguém, não coloquei um atacante no lugar. O que aconteceu foi um descompasso. A gente perdeu um pouco de organização depois que tomou o gol e, logo depois, tomou o segundo”, analisou.
O treinador também usou as alterações feitas na sequência da partida para sustentar seu argumento. Diniz destacou que, mesmo com uma equipe mais ofensiva, o Corinthians conseguiu pressionar mais o Internacional e, na avaliação dele, ficou menos exposto defensivamente.
Veja também:
Todas as notícias da Gazeta Esportiva
Canal da Gazeta Esportiva no YouTube
Siga a Gazeta Esportiva no Instagram
Participe do canal da Gazeta Esportiva no WhatsApp
“Depois eu tirei o Gustavo Henrique, colocamos mais jogadores à frente, preenchemos mais a área e o time ficou menos exposto. Ganhou mais organização, mais ritmo e conseguiu chegar mais ao ataque. Se fosse para a gente ter perdido o meio, isso teria acontecido depois das mudanças, e não foi o que aconteceu”, afirmou.
Para o comandante alvinegro, a análise da partida não pode ser baseada apenas no resultado final. Diniz reconheceu que a equipe piorou após sofrer os gols, mas descartou que isso tenha sido consequência das substituições.
“A gente discute futebol só pelo prisma de quem ganhou. Depois que saem os gols, fica fácil justificar tudo pelo resultado. Não acho que o time piorou por causa das mudanças. Piorou porque tomou os gols e perdeu organização”, concluiu.




