O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luís Roberto Barroso, destacou que o número de novas execuções fiscais em 2025, na comparação com 2023, foi reduzido em quase 40%, o que diminuiu em 30% o estoque de execuções fiscais e em 10% a proporção de execuções fiscais no acervo total do judiciário. A taxa de congestionamento foi para 69%.




