O Brasil consolidou sua posição como o maior exportador mundial de carne de frango atendendo a mercados globais com exigências rigorosas de segurança do alimento, rastreabilidade e padronização. Esse protagonismo no cenário internacional é fruto direto da contínua evolução tecnológica das plantas industriais, aliada à profissionalização da cadeia e à integração de automação, robótica e inteligência artificial nos abatedouros.
A transformação operacional do setor é evidente quando comparada ao cenário das décadas de 1970 e 1980. Naquele período, a baixa mecanização exigia intenso esforço físico e mantinha as linhas de produção em velocidades reduzidas. Dependente da habilidade manual para o abate e os cortes, o processo enfrentava alta variabilidade na qualidade, perdas produtivas expressivas e desafios constantes para atingir os padrões internacionais.
Com o avanço das tecnologias de precisão, o setor avícola superou gargalos históricos, elevou a velocidade de processamento e garantiu a padronização necessária para conquistar e manter mercados exigentes em todo o mundo.
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AI – Edição 1344
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