(Foto: AlterYourReality/iStock)
Os preços do petróleo registraram o sexto avanço seguindo nesta sexta-feira (21), diante da paralisação das negociações entre Estados Unidos e Irã e troca de ameaças de ambos os lados.
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O contrato mais líquido do petróleo Brent, referência para o mercado internacional, para outubro terminou o dia com avanço de 0,65%, a US$ 94,39 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE), em Londres.
Já na New York Mercantile Exchange (Nymex), nos EUA, o contrato do petróleo West Texas Intermediate (WTI) também para outubro subiu 0,26%, a US$ 87,06 por barril.
Na semana, o WTI e o Brent para outubro tiveram salto de cerca de 13%.
O que movimentou o petróleo hoje?
Os preços do petróleo foram impulsionados com o ofensiva dos Estados Unidos contra a economia do Irã. Com o impasse, o tráfego da navios no Estreito de Ormuz permanece bem abaixo dos níveis anteriores à guerra, em meio a ataques aos petroleiros também no Mar Vermelho.
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Para analistas da High Frequency Economics (HFE), os fundamentos sugerem que os preços devem continuar subindo, com a demanda superando a oferta disponível tanto de petróleo bruto quanto de derivados.
“Não há qualquer tipo de conversa entre os Estados Unidos e o Irã para restabelecer o trânsito aberto pelo Estreito de Ormuz. Portanto, o equilíbrio entre oferta e demanda tem sido projetado para continuar indefinidamente”, afirmam.
Um comandante da Marinha do Irã afirmou hoje que as forças armadas do país não permitirão que “inimigos” se aproximem do território persa, ao mesmo tempo que não permitirão que o “inimigo dê um único passo para trás”.
Já o presidente iraniano Masoud Pezeshkian disse nesta sexta-feira que “é melhor terminar a guerra hoje”, quando o Irã está “em uma posição de poder dignidade”, segundo a agência estatal Press TV.
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As sanções econômicas dos Estados Unidos contra o Irã foram alvo de críticas hoje pela China. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lin Jian, cobrou os dois países a “agirem de forma responsável e buscarem uma solução por meios políticos e diplomáticos”.
*Com informações de Estadão Conteúdo
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