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quarta-feira, agosto 5, 2026

Na AI 1344: Automação no abate e cortes é motor de eficiência e competitividade

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O Brasil consolidou sua posição como o maior exportador mundial de carne de frango atendendo a mercados globais com exigências rigorosas de segurança do alimento, rastreabilidade e padronização. Esse protagonismo no cenário internacional é fruto direto da contínua evolução tecnológica das plantas industriais, aliada à profissionalização da cadeia e à integração de automação, robótica e inteligência artificial nos abatedouros.

A transformação operacional do setor é evidente quando comparada ao cenário das décadas de 1970 e 1980. Naquele período, a baixa mecanização exigia intenso esforço físico e mantinha as linhas de produção em velocidades reduzidas. Dependente da habilidade manual para o abate e os cortes, o processo enfrentava alta variabilidade na qualidade, perdas produtivas expressivas e desafios constantes para atingir os padrões internacionais.

Com o avanço das tecnologias de precisão, o setor avícola superou gargalos históricos, elevou a velocidade de processamento e garantiu a padronização necessária para conquistar e manter mercados exigentes em todo o mundo.

Leia o artigo completo na edição 1344 da revista Avicultura Industrial

Quer entender detalhadamente os impactos da robótica, da IA e da modernização dos cortes na produtividade do setor? Leia a matéria completa na edição 1344 da revista Avicultura Industrial (fonte: acervo D+ Consultoria) e acompanhe os avanços que moldam o futuro da proteína animal no Brasil.

 

AI – Edição 1344

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