Bloomberg Línea — Este é o Breakfast – o seu primeiro gole de notícias. Uma seleção da Bloomberg Línea com os temas de destaque no mundo dos negócios e das finanças. Bom dia!
Depois de aproveitar a janela de IPOs em 2021 para devolver mais de US$ 1 bilhão a investidores, a Warburg Pincus voltou às compras no Brasil.
A gestora americana de private equity, com quase US$ 100 bilhões globalmente, tem apostado em ativos menos dependentes de negócios de capital intensivo e mais resilientes à volatilidade macroeconômica brasileira.
“Nós fomos diligentes em 2021, aproveitamos a janela e nos tornamos vendedores líquidos. Desde então, voltamos a ser compradores líquidos. Colocamos mais de US$ 1 bilhão no Brasil entre 2022 e 2024”, disse Bruno Maimone, co-head da Warburg Pincus no país, em entrevista à Bloomberg Línea.
“Nós temos sido bastante ativos no Brasil. Estamos abertos para novas oportunidades”, disse o executivo.
No radar dos mercados
Os futuros de ações dos EUA operam perto da estabilidade nesta terça-feira (1º), após o S&P 500 registrar seu melhor trimestre desde 2023, enquanto investidores acompanham o andamento das negociações comerciais.
– Musk volta à mira de Trump. O presidente americano acusou o CEO e fundador da Tesla de depender excessivamente de subsídios públicos. O ataque veio após críticas de Musk ao projeto tributário de Trump, que prevê cortes nos incentivos à energia limpa. As ações da Tesla caíram 5,8% no pré-mercado europeu.
– Mudanças na Boeing. A empresa anunciou que o seu diretor financeiro, Brian West, deixará o cargo em meados de agosto e será substituído pelo ex-CFO da fabricante de produtos aeroespaciais Lockheed Martin, Jesus “Jay” Malave. “Simplesmente senti que era o momento certo para passar o bastão”, disse West à Bloomberg News.
– Negociações comerciais. A União Europeia sinalizou que pode aceitar uma tarifa universal de 10% em um acordo comercial com os EUA, desde que haja reduções em setores-chave como o farmacêutico e o aeronáutico. O bloco também busca isenções das tarifas de 25% sobre automóveis e 50% sobre aço e alumínio.
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