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Complementariedade do masculino e feminino escrevem uma história vencedora

O piano e a harpa são distintos, porém, defende a doutora e pesquisadora Alice Schuch, este e aquela carecem de zelo: afinação, lustro, cultivo da específica identidade, da peculiar sensibilidade e do intrínseco modo de ser tocado. A metáfora recai sobre a diferenças de gêneros debatida hoje no mundom pois de acordo com a especialistas, “quando os homens, da própria maturidade, aprenderem a formalizar o encontro vencedor para ambos com as mulheres, todo o corpo social ganhará evolução”.

A história, escrita preferencialmente pelos homens, deveu-se à ausência das mulheres. Tal dinâmica, porém, esvaziou-se no Século XXI e ambos lutam por aquilo que desejam alcançar.

Não faço distinção entre mulheres ou homens, vejo em ambos a responsabilidade de expressar historicamente a beleza que possui por dote de natureza. A respeito do tema, o filósofo Antonio Meneghetti questiona: “qual é a semelhança entre o piano e a harpa?”. Eles responde: “nenhuma, mas quando vão em uníssono, que maravilha!”.

Em harmonia, conclui a pesquisadora, homens e mulheres são capazes de escrever uma história vencedora para ambos.

Aline Wolff da Fontoura
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