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Profissionalização e Transformação do Terceiro Setor

O terceiro setor vem passando por uma transformação. A mesma demanda que no passado afetou a iniciativa privada e fez com que empresas se reinventassem, também ronda as organizações não governamentais (ONGs).

Entretanto, a imagem de amadorismo que esteve relacionada ao longo do tempo ao terceiro setor dificulta a chegada de investimentos. No caso do ChildFund Brasil, há 52 anos no país, a governança corporativa é fator preponderante para a transformação de vidas, além de tornar a organização mais eficiente, competitiva e atraente para o capital financeiro e humano. E, hoje, o Fundo é considerado um dos cases de sucesso em governança da Fundação Dom Cabral.

Desde 2006, o ChildFund Brasil tem à sua frente um executivo de mercado, que atuou em mais de 40 países gerindo multinacionais. Além disso, mais de 80% da equipe atual é composta por profissionais que cursaram pelo menos curso superior. Atualmente, cinco profissionais estão cursando mestrado. Segundo Gerson Pacheco, diretor Nacional do ChildFund Brasil, são mais de 800 mil organizações, das quais 300 mil muito grandes. “O terceiro setor movimenta mais de 25 bilhões de reais por ano, é o segmento do futuro”, conta Pacheco sobre o avanço das organizações.

De acordo com a agenda 2030 da ONU, movimentos socioambientais passam pela integração entre sociedade civil, iniciativa privada e poder público. Ou seja: para mudar a realidade, é preciso que os três poderes se unam. Além disso, o setor é importante economicamente. A filantropia e a caridade já vêm acompanhadas de retornos financeiros e protagonismo junto ao Estado e às empresas, gerando R$7,39 para cada R$1 de benefício fiscal, de acordo com uma pesquisa do Fórum Nacional das Instituições Filantrópicas (Fonif).

Estudo da consultoria Prime Talent, responsável pela contratação dos gestores do ChildFund Brasil, afirma que o processo de profissionalização do terceiro setor se deu diante da crescente concorrência por recursos e da necessidade de maior transparência no uso deste capital. “Se em um passado recente o Terceiro Setor tinha como característica principal as ações de caridade, sem organização e estrutura, hoje, esse nicho tem se profissionalizado e tornou-se uma atrativa forma de empregabilidade em todo o mundo”, afirma David Braga, CEO, board advisor e heardhunter da Prime Talent. De acordo com o executivo, o cenário atual mostra que vivemos em uma sociedade mais ética e que carrega consigo uma sensibilidade mais apurada. “De modo geral, as pessoas estão verdadeiramente preocupadas com a vida e os impactos que ações de governos e empresas podem trazer à coletividade e também à sua vivência”, destaca.

O assunto, inclusive, tem ganhado cada vez mais força. Desde 2010, a Fundação Dom Cabral oferece um programa de melhoria de gestão específico para esse setor, o POS (Parcerias com Organizações Sociais). De acordo com o professor Elson Valim, gerente da POS e consultor em desenvolvimento organizacional e planejamento estratégico, o objetivo é que toda boa intenção seja transformada em ação efetiva.

As fontes do ChildFund Brasil e da Prime Talent estão à disposição para falar sobre o assunto.

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Celira Fonseca
Link Comunicação Empresarial
Comunicadora Corporativa
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