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IBGM divulga pesquisa sobre o consumo de joias no Brasil

O Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos, IBGM, encomendou, em parceria com a AJESP, AJORIO e AJOMIG, uma pesquisa qualitativa sobre o consumo de joias no Brasil. Conduzida pela Casa Semio entre os meses de agosto a novembro de 2018, foram analisados três grupos de mulheres em São Paulo: lovers (usuárias e compradoras de joias) de 15 a 17 anos; lovers com idades entre 24 e 35 anos; e não usuárias (mulheres que já usaram joias no passado mas que agora passaram a usar bijuterias finas e semi joias), também de 24 a 35 anos.

Nos três perfis, duas palavras foram classificadas como mais importantes: poder e permanência. O poder está relacionado ao preço da joia, ao status que ela representa na sociedade, à referência de nobreza que ela traz e ao empoderamento pessoal transmitido, visto que as mulheres se sentem mais confiantes e elegantes. Já em relação a permanência, sua simbologia está ligada à perenidade, à herança familiar e ao valor sentimental, ou seja, a história que a peça traz consigo.

O valor da joia também representa o esforço de quem a comprou, levando em conta o tempo, o deslocamento, o risco, a intenção e o dinheiro dedicados, ou seja, caracteriza um vínculo de maior qualidade de sentimentos e sentidos mais complexos. Dois exemplos que mostram a diferença entre o valor agregado da joia em relação a outros produtos são o celular e bolsa. O primeiro apresenta rapidez com que a tecnológica envelhece, o segundo não carrega a possibilidade de transcendência de uma joia, e ambos não expressam o nível de esforço, envolvimento, confiança e afeto; eles não tem história.

O relacionamento das entrevistadas com as joias muda de acordo com cada perfil:

Lovers (15 a 17 anos) – está relacionada a um ritual de passagem e ao usarem se sentem maduras e mais próximas da vida adulta. Na maioria dos casos, são as mães que as influenciam no uso das peças e são entregues a elas em ocasiões especiais como aniversários e formaturas.

Lovers (24 a 35 anos) – é uma forma de se diferenciar socialmente. Simboliza status, poder aquisitivo, inclusão e a conquista pessoal (materialização do empoderamento da mulher). Colecionadoras, elas variam o uso das peças de acordo com o humor e ocasião do dia.

Não usuárias (24 a 35 anos) – as joias são objetos de desejo, fascínio e deslumbramento. Usam bijuterias para complementar o look e não são ligadas ao sentimentalismo. Entre elas, a dificuldade em saber como e onde usar uma peça também foi mencionada.

Informações adicionais podem ser encontradas no site http://www.ibgm.com.br.

Informações para a imprensa:

Rovella & Schultz Boutique Press

Roberta Rovella Radichi – Pamella Massola

Fones: (11) 3039.0777 e (11) 96459.1070

E-mail: pamella@rovellaschultz.com.br  

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