A deflação registrada pelo IPCA-15 no mês de agosto ajuda a lembrar porque os investidores domésticos exibem menos apetite por juros reais atualmente. Ainda que as taxas das NTN-Bs se mantenham em níveis estratosféricos — e voltaram a rondar os 8% em boa parte da curva recentemente — gestores de recursos consultados pelo Valor veem maior espaço para ganhos, no curto prazo, nos juros nominais.




