Emirados Árabes rejeitam controle exclusivo do Irã sobre o Estreito de Ormuz
Japão: PIB cresce 0,4% no 2º tri ante trimestre anterior; preliminar era 0,5%
Em ritmo anualizado, o Produto Interno Bruto (PIB) real avançou 1,4%.
Japão e EUA seguem alinhados na política cambial para promover estabilidade dos mercados, afirma ministra
A ministra das Finanças do Japão, Satsuki Katayama, afirmou nesta terça-feira que Tóquio e Washington continuam alinhados em sua abordagem aos mercados cambiais e manterão uma comunicação estreita para garantir movimentos ordenados. “Nossa postura não mudou em nada desde a intervenção coordenada entre o Japão e os EUA (para sustentar o iene no final de julho)”, disse Katayama em uma coletiva de imprensa de rotina, sinalizando que Tóquio permanece vigilante, mesmo com a forte valorização do iene observada recentemente. “O Japão continuará mantendo uma comunicação estreita com o Tesouro dos EUA para garantir movimentos ordenados no mercado”, disse a ministra das Finanças, acrescentando que conversou com o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, durante as recentes reuniões do G20 e em outras ocasiões. O iene atingiu a maior cotação em sete meses uma vez que os operadores reavaliaram as perspectivas da moeda, que vinha sofrendo forte desvalorização, impulsionados pelas expectativas de um aperto monetário mais rápido por parte do Banco do Japão e pelas crescentes apostas de que os investidores japoneses podem repatriar fundos.
Houthis atacam instalações energéticas sauditas e preços do petróleo sobem
Houthis atacam instalações energéticas sauditas, ferindo dezenas de pessoas e fazendo os preços do petróleo subirem.
Barris de petróleo e minério de ferro avançam
Os preços do petróleo registram forte valorização, após ataques a instalações de energia na Arábia Saudita em meio à retomada das hostilidades no Oriente Médio. As cotações do minério de ferro na China fecharam em alta pela quarta sessão consecutiva, impulsionados pela queda nos embarques e pela expectativa de recuperação sazonal da demanda na China.
- Petróleo WTI, +2,66%, a US$ 93,91 o barril
- Petróleo Brent, +1,70%, a US$ 98,65 o barril
- Minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +1,36%, a 744,50 iuanes (US$ 110,93)
Bolsas da Ásia encerram dia na maioria com perdas
As ações de Xangai registraram uma ligeira alta nesta terça-feira, impulsionadas pelos setores agrícola, de energia e de ouro, mas o índice de blue chips da China foi puxado para baixo pelas ações do setor de tecnologia. As ações de Hong Kong caíram em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio. Ambos os índices se estabilizaram recentemente, após uma onda de vendas no meio do ano ter apagado os ganhos acumulados neste ano. Em Hong Kong, que é mais vulnerável ao clima de mercado global, o Índice Hang Seng registrou queda de 0,4%.
- Shanghai SE (China), +0,20%
- Nikkei (Japão): -1,70%
- Hang Seng Index (Hong Kong): -0,38%
- Nifty 50 (Índia): -0,58%
- ASX 200 (Austrália): -1,00%
Bolsas da Europa operam na maioria em baixa
As bolsas europeias operam em baixa generalizada nesta terça-feira (8). O SMI, principal índice da Suíça, lidera as perdas, com queda de 1,3%. Na contramão, as ações de petróleo e gás avançam, acompanhando a alta dos preços do petróleo, em meio às preocupações com a oferta global. Já o setor de saúde é pressionado pela forte queda da Novartis, após a farmacêutica reportar resultados decepcionantes de um estudo clínico de fase 3 com o del-desiran, medicamento experimental para distrofia miotônica.
- STOXX 600: -0,08%
- DAX (Alemanha): -0,14%
- FTSE 100 (Reino Unido): +0,04%
- CAC 40 (França): -0,05%
- FTSE MIB (Itália): -0,27%
EUA: índices futuros recuam com alta do petróleo
Os índices futuros dos EUA operam em baixa nesta terça-feira (8), pressionados pela alta do petróleo, com o Brent próximo dos US$ 100 por barril. A valorização da commodity aumenta os temores de inflação e pode limitar o espaço dos bancos centrais para cortar juros, além de elevar as apostas em uma política monetária mais restritiva.mOs investidores também precisam lidar, mais uma vez, com o agravamento das tensões comerciais entre Estados Unidos e Canadá. As tarifas retaliatórias canadenses sobre cerca de US$ 20 bilhões em produtos americanos entraram em vigor nesta terça-feira (8), com alíquotas de 15% a 50%.mNa véspera, o presidente Donald Trump elevou o tom ao ameaçar impedir a fabricante canadense de aeronaves Bombardier de vender seus aviões nos Estados Unidos caso a empresa não passe a fabricar no país. “Chega de vender Bombardier nos Estados Unidos!”, escreveu Trump no Truth Social.
- Dow Jones Futuro: -0,78%
- S&P 500 Futuro: -0,33%
- Nasdaq Futuro: -0,04%
IVAR sobe 0,29% em agosto
O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) de agosto de 2026 registrou alta de 0,29%. A variação acumulada em 12 meses ficou praticamente estável saindo de 5,08% em julho de 2026 para 5,09% em agosto de 2026.
Abertura de mercados
Investidores nacionais retornam do feriado de 7 de Setembro nesta terça-feira digerindo novas pesquisas eleitorais, enquanto no exterior uma série de ataques a instalações de energia na região do Golfo Pérsico elevou o preço do petróleo para perto de US$100 por barril. Na véspera, pesquisa Quaest mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão empatados com 41% das intenções de voto em um eventual segundo turno da eleição presidencial. Nesta terça, levantamento BTG/Nexus apontou o cenário de empate técnico entre ambos no segundo turno, embora Flávio tenha passado a aparecer numericamente à frente por um ponto percentual. No mercado externo, os contratos futuros do petróleo Brent LCOc1 atingiram o maior nível em seis semanas, aproximando-se de US$99 por barril, depois que os houthis do Iêmen, apoiados pelo Irã, atacaram instalações de energia e cidades na Arábia Saudita, ressaltando o risco de que o conflito se espalhe por toda a região e complique ainda mais o abastecimento de combustíveis aos mercados globais. O recrudescimento da inflação abalou o mercado acionário nas últimas semanas, em grande parte devido à disparada dos rendimentos dos títulos públicos para máximas de vários anos, o que aumenta a pressão sobre os bancos centrais para elevarem as taxas de juros. O Banco Central Europeu deve aumentar os juros da zona do euro em 0,25 ponto percentual na reunião de quinta-feira, enquanto crescem as expectativas de que o Banco do Japão faça o mesmo na próxima semana. (Reuters)
IGP-DI ficou praticamente estável em agosto
O Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu 0,06% em agosto. No mês de julho, a taxa havia sido de ‑0,86%. Com este resultado, o índice acumula alta de 2,19% no ano e de 2,63% em 12 meses. Em agosto de 2025, o IGP-DI havia subido 0,20% e acumulava alta de 3,00% em 12 meses.
Principais índices em Nova York fecharam sexta com perdas; semana terminou mista
Investidores em Wall Street receberam o payroll de agosto, o relatório sobre o mercado de trabalho mais observado pelo Federal Reserve, com um número muito mais forte do que o esperado, o que pode estimular o Fed a aumentar as taxas de juros em setembro já. “Essa surpresa positiva nos dados de emprego provavelmente aumentará as preocupações sobre um aumento da taxa de juros, mas esse resultado depende dos números da inflação da próxima semana”, disse à CNBC Ellen Zentner, estrategista-chefe de economia da Morgan Stanley Wealth Management. “Se esses números forem menores do que o esperado, o Fed provavelmente se sentirá confortável em desconsiderar sinais potencialmente inflacionários vindos do mercado de trabalho”.
| Dia (%) | Semana (%) | |
| Dow Jones | -0,53 | -0,27 |
| S&P 500 | -0,38 | 0,07 |
| Nasdaq | -0,29 | 0,40 |
DIs: juros futuros fecharam sexta com novas quedas por toda a curva
| Taxa (%) | Variação (pp) | |
| DI1F27 | 13,575 | 0,000 |
| DI1F28 | 13,575 | -0,020 |
| DI1F29 | 13,840 | -0,045 |
| DI1F31 | 14,080 | -0,065 |
| DI1F32 | 14,170 | -0,060 |
| DI1F33 | 14,205 | -0,070 |
| DI1F34 | 14,210 | -0,065 |
| DI1F35 | 14,215 | -0,075 |
Dólar comercial terminou sexta-feira com alta de 0,50%
O dólar comercial voltou a subir frente ao real, após quatro baixas seguidas. O movimento foina mesma direção da moeda norte-americana ante outras divisas de países desenvolvidos, com o DXY, o índice dólar, com mais 0,24%, aos 99,14 pontos. Câmbio fechou semana com baixa de 1,28%.
- Venda: R$ 5,130
- Compra: R$ 5,130
- Mínima: R$ 5,101
- Máxima: R$ 5,142
Maiores baixas, altas e mais negociadas do dia
Maiores baixas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BRAV3 | -4,18 | 17,88 |
| NATU3 | -3,80 | 8,85 |
| MBRF3 | -3,70 | 17,69 |
| RECV3 | -2,45 | 11,16 |
| USIM5 | -2,30 | 7,63 |
Maiores altas
| Dia (%) | Valor (R$) | |
| BEEF3 | 4,22 | 3,95 |
| MGLU3 | 4,14 | 5,79 |
| AZZA3 | 3,57 | 17,69 |
| VAMO3 | 3,55 | 3,50 |
| AURE3 | 3,18 | 12,00 |
Mais negociadas
| Negócios | Dia (%) | |
| PETR4 | 46.223 | -0,95 |
| BBDC4 | 37.559 | 0,62 |
| BBAS3 | 31.185 | 0,31 |
| PRIO3 | 30.838 | -2,13 |
| CPLE3 | 30.715 | 0,44 |
Ibovespa terminou a sexta-feira (4) com baixa de 0,02%, aos 185.147,15 pontos
- Máxima: 186.544,81
- Mínima: 183.251,93
- Diferença para a abertura: -40,98 pontos
- Volume: R$ 23,90 bilhões
Confira a evolução do IBOV durante a semana, mês e ano:
- Segunda-feira (31): +1,00%
- Terça-feira (1º): +1,30%
- Quarta-feira (2): +3,05%
- Quinta-feira (3): -0,01%
- Sexta-feira (4): -0,02%
- Semana: +5,40%
- Setembro: +4,36%
- 3T26: +7,63%
- 2026: +14,91%
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